xmlns:b='http://www.google.com/2005/gml/b'xmlns:data='http://www.google.com/2005/gml/data' xmlns:expr='http://www.google.com/2005/gml/expr'> Vida Cristã: Uma voz no deserto

sábado, 9 de janeiro de 2016

Uma voz no deserto

Uma voz no deserto


Marcos 1:4 
apareceu joão Batista no deserto,
pregando batismo de arrependimento
para remissão de pecados.

Marcos 1:6
As vestes de joão eram feitas
de pêlos de camelo; ele trazia um cinto de couro
e se alimentava de gafanhotos e mel silvestre




    Lucas 3:1-2 
    Depois dos reis Davi e Salomão, o declínio da nação de Israel teve diferentes fases.
O reino dividiu-se em dois, mergulhou na idolatria e perdeu dez de suas doze tribos.
Mesmo assim Deus preservou um remanescente fiel que não se deixou levar pela ruína generalizada, como vimos na história de Simeão e Ana. Agora, no capítulo 3 do evangelho de Lucas, entra em cena João Batista, a “voz que clama no deserto”e é assim que Israel é visto aqui: um deserto moral e dominado pelo inimigo. O versículo 1 explica que o povo está sob o domínio do imperador romano Tibério Cesar, e governado localmente por Pôncio Pilatos,

Herodes, Filipe, Traconites e Lisânias, um time de scórias humanas.






Alguém poderia argumentar que as coisas melhoraram se comparadas com os anos de idolatria, já que o Templo foi reconstruído, a ordem sacerdotal restabelecida e os ídolos banidos do culto judaico. Mas é só aparência. O templo foi reconstruído pelo iníquo Herodes, o Grande, há dois sumo sacerdotes, Anás e Caifás, ao invés de um como seria o correto, e a idolatria continua. O ídolo da hora não é de pedra, pau ou barro; é a cobiça, travestida de religiosidade.


No capítulo 1 do livro do profeta Isaías

Quando Deus descreve o estado deplorável do povo, Ele os chama de “governantes de Sodoma... povo de Gomorra... raça de malfeitores, filhos dados à corrupção”. Depois de detalhar a iniquidade em que mergulharam e a aparência de piedade de seus rituais,Deus conclui: “Não posso suportar iniquidade associada ao ajuntamento solene” (Is 1:13).

Deus não mudou e o homem também não.
Hoje vemos a cristandade em um estado semelhante a Israel.Ela está dividida e vendida ao dominador estrangeiro, o príncipe deste mundo. Em sua volúpia por prosperidade e poder,constrói luxuosos templos e catedrais na vã tentativa de dar uma aparência de santidade à cobiça.

A cristandade é chamada em Apocalipse de Babilônia, a meretriz, por se prostituir com os governantes e comerciantes do mundo em troca de favores.

Mas Deus continua alertando: “Não posso suportariniquidade associada ao ajuntamento solene” (Is 1:13), emais: “Saiam dela, vocês, povo meu, para que vocês nãoparticipem dos seus pecados” (Ap 18:4).

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