xmlns:b='http://www.google.com/2005/gml/b'xmlns:data='http://www.google.com/2005/gml/data' xmlns:expr='http://www.google.com/2005/gml/expr'> Vida Cristã: julho 2017

segunda-feira, 31 de julho de 2017

A INSPIRAÇÃO E INFALIBILIDADE DA ESCRITURA







A INSPIRAÇÃO E INFALIBILIDADE DA ESCRITURA


Por Pr. Plínio Sousa.

A Bíblia é a revelação verbal ou proposicional de Deus. É Deus falando a nós. É a voz do próprio Deus. A própria natureza da Bíblia indica que a comunicação verbal é a melhor maneira de transmitir a revelação divina. Nenhum outro modo de se conhecer a Deus é superior ao estudo da Escritura, e nenhuma outra fonte de informação sobre Deus é mais precisa, acurada e compreensiva.

O apóstolo Paulo diz:

“Toda Escritura é soprada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra” – 2 Timóteo 3:16, 17.

Todas as palavras da Bíblia foram sopradas por Deus. (2) Tudo que podemos chamar de Escritura foi inspirado por Deus. Que a Escritura é “soprada por Deus” refere-se a sua origem divina. Tudo da Escritura procede de Deus; portanto, podemos corretamente chamar a Bíblia de “a palavra de Deus”. Esta é a doutrina da INSPIRAÇÃO DIVINA.

O conteúdo da Escritura consiste de todo o Antigo e Novo Testamentos, sessenta e seis documentos no total, funcionando como um todo orgânico. O apóstolo Pedro dá endosso explícito aos escritos de Paulo, reconhecendo seu status como Escritura inspirada:

“Tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada; como faz também em todas as suas epístolas, nelas falando acerca destas coisas, mas quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, como o fazem também com as outras Escrituras, para sua própria perdição” – 2 Pedro 3:15, 16.

Pedro explica que os homens que escreveram a Escritura foram “inspirados pelo Espírito Santo”, para que nenhuma parte dela fosse “produzida por vontade de homem algum” ou pela “interpretação particular do profeta” (2 Pedro 1:20, 21).

A Bíblia é uma revelação verbal exata de Deus, a ponto de Jesus dizer que “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido” (Mateus 5:18). Deus exerceu tal controle preciso sobre a produção da Escritura para que o seu conteúdo, na própria letra, fosse o que Ele desejava colocar em escrito.

Esta visão alta da inspiração escriturística não implica ditação. Deus não ditou Sua palavra aos profetas e apóstolos como um patrão dita suas cartas para uma secretária. A princípio, alguém pode tender a pensar que a ditação seria a mais alta forma de inspiração, mas esta não o é. Um patrão pode ditar suas palavras à secretária, mas ele não pode ter controle sobre os detalhes diários da vida dela — seja passado, presente ou futuro — e tem ainda menos poder sobre os pensamentos da secretária.

Em contraste, a Bíblia ensina que Deus exercita controle total e preciso sobre cada detalhe de Sua criação, a tal extensão que até mesmo os pensamentos dos homens estão sob o Seu controle. (3)

Isto é verdade com respeito a todo indivíduo, incluindo os escritores bíblicos. Deus de uma tal forma ordenou, dirigiu e controlou as vidas e pensamentos (4) de Seus instrumentos escolhidos que, quando o tempo chegou, suas personalidades e os seus cenários eram perfeitamente adequados para escrever aquelas porções da Escritura que Deus tinha designado para eles: (5)

“E disse-lhe o SENHOR: Quem fez a boca do homem? Ou quem fez o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o SENHOR? Vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de falar” – Êxodo 4:11, 12.

“Assim veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Antes que te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre, te santifiquei; às nações te dei por profeta (...). E estendeu o SENHOR a sua mão, e tocou-me na boca; e disse-me o SENHOR: Eis que ponho as minhas palavras na tua boca” – Jeremias 1:4, 5, 9.

“Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens. Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo. Mas, quando aprouve a Deus, que desde o ventre de minha mãe me separou, e me chamou pela sua graça, revelar seu Filho em mim, para que o pregasse entre os gentios, não consultei a carne nem o sangue” – Gálatas 1:11, 12, 15, 16.

Então, no tempo da escrita, o Espírito de Deus supervisionou o processo para que o conteúdo da Escritura fosse além do que a inteligência natural dos escritores poderia conceber. (6) O produto foi a revelação verbal de Deus, e ela foi literalmente o que Ele desejava pôr em escrito. Deus não encontrou as pessoas certas para escrever a Escritura; Ele fez as pessoas certas para escrevê-las, e então, supervisionou o processo de escrita. (7)

Portanto, a inspiração da Escritura não se refere somente aos tempos quando o Espírito Santo exerceu controle especial sobre os escritores bíblicos, embora isto tenha deveras acontecido, mas a preparação começou antes da criação do mundo. A teoria da ditação, a qual a Bíblia não ensina, é, em comparação com a da inspiração, uma visão menor, atribuindo a Deus um controle menor sobre o processo.

Esta visão da inspiração, explica o assim-chamado e evidente “elemento humano” na Escritura. Os documentos bíblicos refletem vários cenários sociais, econômicos e intelectuais dos autores, suas diferentes possibilidades, e seu vocabulário e estilo literário único. Este fenômeno é o que alguém poderia esperar, dada a visão bíblica da inspiração, na qual Deus exerceu controle total sobre a vida dos escritores, e não somente sobre o processo de escrita. O “elemento humano” da Escritura, portanto, não danifica a doutrina da inspiração, mas é consistente com ela e explicado pela mesma.

A INFALIBILIDADE DA ESCRITURA

A infalibilidade bíblica acompanha necessariamente a inspiração e a unidade da Escritura. A Bíblia não contém erros; ela é correta em tudo o que declara. Visto que Deus não mente ou erra, e a Bíblia é a Sua palavra, segue-se que tudo escrito nela deve ser verdade. Jesus disse, “a Escritura não pode ser anulada” (João 10:35), e que “E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei” (Lucas 16:17).

A INFALIBILIDADE DA ESCRITURA SE REFERE A UMA INCAPACIDADE PARA ERRAR — a Bíblia não pode errar.

INERRÂNCIA, por outro lado, enfatiza que a Bíblia não erra. A primeira diz respeito ao potencial, enquanto a última mostra o estado real do assunto. Estritamente falando, infalibilidade é a palavra mais forte, e ela exige a inerrância, mas algumas vezes as duas são intercambiáveis no uso.

É possível para uma pessoa ser falível, mas produzir um texto que é livre de erro. Pessoas que são capazes de cometer enganos, apesar de tudo, não estão errando constantemente. Contudo, há aqueles que rejeitam a doutrina da inerrância, mas ao mesmo tempo desejam afirmar a perfeição de Deus e a Bíblia como a Sua palavra, e como resultado, mantém a impossível posição de que a Bíblia é deveras infalível, mas errante. Algumas vezes, o que eles querem dizer é que a Bíblia é infalível num sentido, talvez quando ela relata as coisas espirituais, enquanto que contém erros em outro sentido, talvez quando relata acontecimentos históricos.

Contudo, as declarações bíblicas sobre as coisas espirituais estarão inseparavelmente unidas às declarações bíblicas sobre a história, de forma que é impossível afirmar uma enquanto se rejeita a outra. Por exemplo, ninguém pode separar o que a Escritura diz sobre a ressurreição como um evento histórico e o que ela diz sobre seu significado espiritual. Se a ressurreição não aconteceu como a Bíblia diz, o que ela diz sobre seu significado espiritual não pode ser verdade.

O desafio para aqueles que rejeitam a infalibilidade e a inerrância bíblica é que eles não têm nenhum princípio epistemológico autoritativo, pelo qual possam julgar uma parte da Escritura ser acurada e a outra parte ser inacurada. Visto que a Escritura é a única fonte objetiva de informação a partir da qual todo o sistema cristão é construído, alguém que considera qualquer porção ou aspecto da Escritura como falível ou errante, deve rejeitar todo o Cristianismo. Novamente, este é o porquê não há um princípio epistemológico mais alto para julgar uma parte da Escritura como sendo correta e outra parte como sendo errada.

Alguém não pode questionar ou rejeitar a autoridade última de um sistema de pensamento e ainda reivindicar lealdade a ele, visto que a autoridade última em qualquer sistema define o sistema inteiro. Uma vez que uma pessoa questiona ou rejeita a autoridade última de um sistema, ele não é mais um aderente do sistema, mas, pelo contrário, é alguém que adere ao princípio ou autoridade pelo qual ele questiona ou rejeita a autoridade última do sistema, que ele simplesmente deixou para trás. Ter uma outra autoridade última além da Escritura, é rejeitar a Escritura, visto que a própria Bíblia reivindica infalibilidade e supremacia. Alguém que rejeita a infalibilidade e a inerrância bíblica, assume a posição intelectual de um incrédulo, e deve prosseguir para defender e justificar sua cosmovisão pessoal contra os argumentos dos crentes a favor da fé cristã.

A confusão permeia o presente clima teológico; portanto, é melhor afirmar tanto a infalibilidade como a inerrância bíblica, e explicar o que queremos dizer por estes termos. Deus é infalível, e visto que a Bíblia é a Sua palavra, ela não pode e não contém nenhum erro. Nós afirmamos que a Bíblia é infalível em todo sentido do termo, e, portanto, ela deve ser também inerrante em todo sentido do termo. A Bíblia não pode e não contém erros, seja quando falando de coisas espirituais, históricas ou outros assuntos. Ela é correta em tudo o que afirma.

sábado, 29 de julho de 2017

Deus se arrepende, tem boca, olhos, ouvidos? Por que a Bíblia o cita assim?




Deus se arrepende, tem boca, olhos, ouvidos?

Por que a Bíblia o cita assim?



Postado, em Série O que significa isso? 

Encontramos na Bíblia vários textos falando a respeito de Deus. É interessante que alguns textos descrevem atitudes e particularidades a respeito Dele que se parecem muito com as particularidades do ser humano. 

antropomorfismo, figuras de linguagem, Deus
Vejamos alguns exemplos:
 “então, se arrependeu o SENHOR de ter feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração.” (Gn 6. 6). Deus é descrito aqui se arrependendo, como se tivesse cometido um erro.

“E acrescentou: Não me poderás ver a face, porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá.” (Ex 33. 20).Deus é descrito aqui tendo um rosto.

“Eu te invoco, ó Deus, pois tu me respondes; inclina-me os ouvidos e acode às minhas palavras.” (Sl 17. 6). Deus é descrito aqui tendo ouvidos.

“Mas assentar-se-á cada um debaixo da sua videira e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os espante, porque a boca do SENHOR dos Exércitos o disse.” (Mq 4. 4). Aqui Deus é descrito tendo boca e falando através dela.

Todos esses textos apresentam o antropomorfismo. Essa expressão significa uma figura de linguagem que apresenta Deus como se Ele tivesse formas humanas, como membros e órgãos. Há também a descrição de Deus como se tivesse sentimentos e emoções como as nossas.

Esse tipo de descrição é usada para facilitar a nossa compreensão, já que temos um conhecimento apurado do nosso mundo e suas particularidades, e um conhecimento pouco apurado das realidades das coisas de Deus. Assim, os autores bíblicos utilizaram expressões que facilmente compreendemos para descrever Deus e suas ações na história.

Note que a Bíblia deixa claro que Deus é Espírito e, sendo assim, não tem formas humanas. “Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” (Jo 4. 24)

A Bíblia também ensina que Deus não é ser humano e nem erra para que se arrependa. “Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?” (Nm 23. 19)

Assim, a figura de linguagem chamada de antropomorfismo nos ajuda a compreender os textos bíblicos onde os autores buscaram explicar Deus, em toda a Sua complexidade, através de nosso vocabulário e conhecimento limitados.

O que é Hades? O que é Gehenna?

O que é Hades? O que é Gehenna? por Rev. Dr. Carlos Andrade, Th.D. doutor em teologia ou THEUS



































O que é Hades? O que é Gehenna?


      “Então, alguns dos escribas e dos fariseus tomaram a palavra, dizendo: Mestre, quiséramos ver da tua parte algum sinal. Mas ele lhes respondeu e disse: Uma geração má e adúltera pede um sinal, porém não se lhe dará outro sinal, senão o do profeta Jonas, pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho do Homem três dias e três noites no seio da terra”; (Mt 12.38-40). 


     Embasado no texto bíblico podemos afirmar que Jesus cristo foi ao Hades. Ou Ele foi ao inferno? Bem o que nós chamamos de Inferno, na realidade é conhecido como Hades. Apesar de algumas versões bíblicas o denominarem como inferno. Jesus fez uma viagem, um caminho de três dias ao centro terra, ao seio da terra. Isto foi predito em tipologia no Antigo testamento. “... e a arca do concerto do Senhor (Representava a presença de Jesus) caminhou diante deles caminho de três dias, para lhes buscar lugar de descanso”; (Nm 10.33b). O Hades é uma grande prisão, esse local chamado erradamente de Inferno é conhecido como Hades (gr) ou Sheol (hb). As almas dos justos e ímpios eram levadas para esse lugar após a morte física. No caso dos demônios, eles são enviados para o Abismo em espíritos, pois eles não podem passar pela morte física, por não terem um corpo físico. E também não podem morrer espiritualmente por já terem sido criados eternos. O Hades é um lugar intermediário, antes do verdadeiro Inferno, o Lago de Fogo e Enxofre “Gehenna”. 

     O Hades “era” um lugar intermediário para os justos, e “contínua” sendo um lugar intermediário para os ímpios. Os justos eram levados para o “Seio de Abraão”, também conhecido como o “Paraíso” que se localizava no Hades. O Hades continha três divisões. Para melhorar o seu entendimento seria como uma casa de três ambientes diferentes e totalmente separados um do outro, porém dentro de um mesmo lugar. A divisão como um ambiente de um Paraíso para as almas dos justos. A divisão para as almas dos ímpios em um ambiente totalmente quente e semi infernal chamado de Lugar de Tormento (porque ainda não é o verdadeiro inferno). E adivisão para os espíritos imundos em forma de um Abismo como divisão entre os dois ambientes anteriores já citados.  Esse abismo foi reservado e criado para os “anjos caídos; demônios”. Todas estas três divisões eram consideradas como um cativeiro. Satanás gozava do privilegio de ter a posse das chaves deste local dadas por Adão ao pecar. Quando Jesus diz ao malfeitor “ladrão” da cruz que hoje mesmo eles estariam no Paraíso.  Jesus não se referia ao Reino de Deus e sim ao “Seio de Abraão”. “E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso”;  (Lc 23.43).


Bem após esta introdução. Observaremos uma base bíblica para a explicação total desse assunto para o seu entendimento. Ou seja, a existência real desse lugar chamado de Hades. E de suas três divisões. O Seio de Abraão, localizado a direita; O Lugar de Tormento, a esquerda e o Abismo no centro como uma separação entre os dois lugares anterior. O que era o Seio de Abraão? Era o Paraíso, o descanso. O Seio localizava-se no Hades!

“Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele. E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas. E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o Seio de Abraão; (1ª repartição) e morreu também o rico, e foi sepultado. E, no Hades (todo o lugar), ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão e Lázaro no seu Seio. E, clamando, disse: Abraão meu pai, tem misericórdia de mim e manda a Lázaro que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro, somente males; e, agora, este é consolado, e tu atormentado. E, além disso, está posto um grande Abismo (2ª repartição) entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá. E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este Lugar de Tormento (3ª repartição). Disse-lhe Abraão: Eles têm Moisés e os profetas; ouçam-nos. E disse ele: Não, Abraão meu pai; mas, se algum dos mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite”; (Lc 16.19-31). Jesus teria, Ele tinha que resgatar, re-haver, recuperar a chave da vida e da morte que estava em poder de Satanás. Esta chave é espiritual, ela foi entregue a Cristo, na cruz e não no Hades. Jesus teria que estar primeiro com a posse desta chave em mãos, para depois entrar no Hades, e não entrar no Hades sem a chave para depois pegá-la.

     “E, quando vós estáveis mortos nos pecados e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas, havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo”; (Cl 2.13-15). Todos os santos do Antigo Testamento esperavam a descida de Jesus ao seio da terra, a sepultura, ao inferno (que agora você sabe que refere-se ao Hades). Jesus era e é a esperança da vida sobre a morte. O patriarca Jó creu na esperança. Ele sabia que iria passar pela morte, que o seu corpo seria comida para os vermes. Jó sabia que a sua alma iria para um lugar chamado Seol no “Hades”. Mas Jó também sabia que Jesus, a sua esperança iria busca-lo no Hades, resgatar a sua alma no Seio de Abraão. “Se eu olhar a sepultura como a minha casa; se nas trevas estender a minha cama;  se à corrupção clamar: Tu és meu pai; e aos bichos: Vós sois minha mãe e minha irmã;  onde estaria então, agora, a minha esperança? Sim a minha esperança, quem a poderá ver? Ela descerá ate os ferrolhos do Seol, quando juntamente no pó teremos descanso”; (Jó 17.13-16).


Davi também sabia que Jesus Cristo iria ao Hades, resgatar a sua alma no Seio de Abraão.“Pois não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção”; (Sl 16.10). Exceto a Enoque, Elias e Moisés. Todos os patriarcas, profetas, e justos que creram na vinda de Jesus, estavam no Hades. Na expectativa de Jesus ir ate lá resgatar as suas almas no Seio de Abraão. Davi estava entre eles. “Posto entre os mortos; como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais te não lembras mais; antes, os exclui a tua mão. Puseste-me no mais profundo do Abismo, em trevas e nas profundezas. Sobre mim pesa a tua cólera; tu me abateste com todas as tuas ondas. (Selá.) Alongaste de mim os meus conhecidos e fizeste-me em extremo abominável para eles. Estou fechado e não posso sair. A minha vista desmaia por causa da aflição. Senhor, tenho clamado a ti todo o dia, tenho estendido para ti as minhas mãos.  Mostrarás tu maravilhas aos mortos, ou os mortos se levantarão e te louvarão? (Selá). Será anunciada a tua benignidade na sepultura, ou a tua fidelidade na perdição? Saber-se-ão as tuas maravilhas nas trevas, e a tua justiça na terra do esquecimento?”; (Sl 88.5-12). Mas antes de ir para o Céu. Primeiro Jesus teria que descer ao Hades. Ele só poderia entrar no Hades em alma, para isso Jesus teria que passar pela morte física. A morte não poderia deter a Jesus e a Sua alma não poderia ficar no Hades.

Graça & Paz.

Rev. Dr. Carlos Andrade, Th.D.

Quatro Níveis de Comunhão



Quatro Níveis de Comunhão


Nisso Tiago e João, filhos de Zebedeu, aproximaram-se dele e disseram: “Mestre, queremos que nos faças o que vamos te pedir”,o que vocês querem que eu lhes faça?”, perguntou ele. Eles responderam: “Permite que, na tua glória, nos assentemos um à tua direita e o outro à tua esquerda”.


Introdução
Porque João se permitiu fazer esse pedido a Jesus?
João não se importou com os seus companheiros de apostolado;
Nem com a reação deles;
Porque João se permitiu fazer esse pedido a Jesus?
Porque havia um nível de comunhão entre Jesus e João que outros não tinham;
Todos buscamos e temos comunhão com Jesus;
Comunhão: Ato de realizar ou desenvolver alguma coisa em conjunto;
A multidão queria ser curada, receber algo de Jesus;
Jesus curava a todos e eles em resposta a Jesus GLORIFICAVAM A DEUS;
Tudo que Jesus fazia era para a Glória de Deus;
E a multidão glorificam a Deus pelo que Jesus realizava;
Eles mantinham esse tipo de comunhão.
Porém, será que todos (multidão) tinham afinidade com JESUS?
Claro que não!
Como é difícil achar HOJE quem busca ter afinidade com Jesus;
Porque não achamos quem busque afinidade com Jesus?
Porque:
Não preciso ter afinidade para voltar a enxergar, (quem sabe um pouco de lama / ou sair gritando: Filho de Davi tenha compaixão de mim)
Não preciso ter afinidade para voltar a andar; (Levaram um paralitico pelo telhado) Não preciso ter afinidade para saciar minha sede; (só preciso de uma fonte)
Não preciso ter afinidade para saciar minha fome; (só alguns peixes e pães)
Não preciso ter afinidade para ser salvo; (só preciso do arrependimento; lembra o ladrão da cruz?)

Pra que buscar afinidade com Jesus?
Gálatas 4:19 – Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós; A expressão de Jesus: “Podeis vós beber do cálice que eu vou beber?”.Essa expressão significa: no HEBRAICO “compartilhar o mesmo destino de alguém”
EM OUTRAS PALAVRAS O SENHOR DISSE: “João você pode compartilhar do meu destino?”.
Ele responde: “Sim Senhor, eu posso. Eu quero que o SENHOR SEJA FORMADO EM MIM”.

Devido a isso você tem que saber qual o seu nível de comunhão com o SENHOR.
Será se o nível de comunhão que nós exercemos, com a igreja, com sua família, filho e esposa, ESTÁ FORMANDO CRISTO EM NÓS?
TEMOS CRISTO COMO AFERIDOR PARA CONHECERMOS OS NÍVEIS DE COMUNHÃO QUE EXISTE NA PALAVRA.

Quais os níveis de comunhão que existe?

Nível de Comunhão: Agrupamento (Exercia com várias pessoas, vários discípulos)
Nível de Comunhão: Discipulado (Exercia com 12 pessoas)
Nível de Comunhão: Intimidade (exercia com 03 pessoas)
Nível de Comunhão: Afinidade (exercia com 01 pessoa)

Em que nível de comunhão que estou com Jesus?
Em que nível de comunhão estamos vivendo na igreja?
Em que nível de comunhão estou vivendo com minha família?
Em que nível de comunhão eu convivo com as pessoas não convertidas?


Os Quatro Níveis de Comunhão
1º – Nível de Comunhão: Agrupamento (Multidão)
 Características Básicas das Pessoas que Vivem Nesse Nível.
a) Servida
Mateus 14:19 – E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a erva, tomou os cinco pães e os dois peixes, e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos à multidão.

 Eram mais de 5 mil pessoas; Jesus os conhecia por nome? Além da fome e curar os enfermos o que Jesus sabia mais deles?
 Jesus não os conhecia nem por nome;
 Nesse nível de comunhão (multidão) as pessoas gostam de serem servidas;

b) Passiva (ministério passivo)
Mateus 15:31 – De tal sorte, que a multidão se maravilhou vendo os mudos a falar, os aleijados sãos, os coxos a andar, e os cegos a ver; e glorificava o Deus de Israel.
 A Multidão Participa Passivamente do Ministério de Jesus;
 Não estão preparados para ministrar;
 Estão contentes em ver o agir de Deus, através da vida de outras pessoas, mas da dela mesma, não.
 Características Básicas das Pessoas que Vivem Nesse Nível.

c) Temporária (transitório-provisório)
Mateus 14:22 – E logo ordenou Jesus que os seus discípulos entrassem no barco, e fossem adiante para o outro lado, enquanto despedia a multidão.
 Esse tipo de comunhão tem dia e hora pra acabar;
 Pessoas que vivem nesse nível de comunhão tem a tendência de largar o evangelho algum dia; não se sentem útil;
 Detalhe do texto: é Jesus quem coloca os discípulos no barco e manda que eles atravessem e despede a multidão;
 Sabe o que aprendo com isso: Tem pessoas que estão na igreja há anos, que gosta serem servidas, são discípulos improdutivos;
 Características Básicas das Pessoas que Vivem Nesse Nível.

d) Farisaicas (fariseu)
Lucas 19:39 – E disseram-lhe de entre a multidão alguns dos fariseus: Mestre, repreende os teus discípulos.
 Se você vive nesse nível de comunhão, cuidado com os fariseus da nossa igreja;
 Quais as principais funções de um fariseu?
 Falar do que não sabe; Religiosidade; Falsidade;


2º Nível Comunhão: Discipulado (discipulado é o fim; discípulo é o meio)
 Definição de Discípulo: aquele que aprende de seu mestre; reproduz o ensino; exemplo: Mt 28.19,20 “Ide portanto e fazei discípulos de todas as nações… ensinando-os a aguardar tudo que vos tenho ordenado”
 Características Básicas das Pessoas que Vivem Nesse Nível.

a) Pessoas de Posição
 Atos 13.13 – De Pafos, Paulo e seus companheiros navegaram para Perge, na Panfília, João os deixou ali e voltou para Jerusalém.
 Atos 15:37-39 – 37E Barnabé aconselhava que tomassem consigo a João, chamado Marcos. 38 – Mas a Paulo parecia razoável que não tomassem consigo aquele que desde a Panfília se tinha apartado deles e não os acompanhou naquela obra. 39 – E tal contenda houve entre eles, que se apartaram um do outro. Barnabé, levando consigo a Marcos, navegou para Chipre.
 Barnabé ajudou a Paulo no inicio do seu ministério e agora Paulo discorda dele; At 9.26,27 (Pastor que quer agradar a todos)
 “Eu não sei a formula do sucesso, mas a do fracasso é querer agradar a todos”
 Características Básicas das Pessoas que Vivem Nesse Nível.

b) Pessoa Amorosa
 João 13.35 – Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.
I João 2:9 – Aquele que diz que está na luz, e odeia a seu irmão, até agora está em trevas.
 Características Básicas das Pessoas que Vivem Nesse Nível.

c) Pessoa Frutífera (não é a pessoa que vive vendendo mexerica na feira)
 João 15.8 – Nisto é glorificado meu Pai: que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.
 Sabe qual é o fruto? Pessoas, almas.


3º Nível Comunhão: Intimidade
Características Básicas das Pessoas que Vivem Nesse Nível.

a) Pessoas que lhe Amparam
 João 18:10 – Então Simão Pedro, que tinha espada, desembainhou-a, e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. E o nome do servo era Malco.
 Há 3 anos Pedro andou com Jesus e criou intimidade;
 Mas Jesus nunca até aquele momento nunca tinha mandado Pedro parar de usar a espada;

 Intimidade # possessividade;
 Quando você mais precisa só pessoas que estão nesse nível de comunhão pode lhe socorrer;
 Características Básicas das Pessoas que Vivem Nesse Nível. – intimidade

b) Pessoas que Fazem Loucuras por Jesus
 Mateus 14:29 – E ele disse: Vem. E Pedro, descendo do barco, andou sobre as águas para ir ter com Jesus.
 Pessoas desse nível fazem loucuras por Jesus;


4º Nível Comunhão: Afinidade
 Características Básicas das Pessoas que Vivem Nesse Nível.
 João 13:23 – Ora, um de seus discípulos, aquele a quem Jesus amava, estava reclinado no seio de Jesus.
 Mantém Relação
 No nível de agrupamento: Jesus curou enfermos, aleijados, curou os cegos, os surdos….mas Jesus não tinha intimidade com as pessoas desse grupo;
 No nível de discipulado: Jesus escolheu pra si 12 homens; todos eles tiveram as mesmas oportunidades, mas nem todos eram íntimos de Jesus;
 No nível de intimidade Jesus tinha 12 discípulos, mas apenas 3 eram pessoas mais chegadas de Jesus; Jesus quando ia orar chama os três; mas desses três apenas 1 tinha afinidade com Jesus;

 Toda pessoa que tem afinidade é porque ela é intima, mas nem todas as pessoas que tem intimidade tem afinidade com Jesus;
 Judas Iscariote fazia parte dos 12, mas mesmo assim o traiu;
 Ele não manteve a relação de cumplicidade com seu mestre;
 Não avançou na comunhão;
 Afinidade significa ter analogia com alguém como se fosse seu parente com laços de sangue; A Bíblia diz que tem amigos mais chagado do que irmão (afinidade);
 Jesus mantinha relação de cumplicidade com João, entre todos os seus discípulos;
 Muitas pessoas foram amadas por Jesus;
Lazaro; Pedro; o jovem rico (Mc 10.21); os pecadores; a Igreja;
 Mas ninguém a não ser João reclinou sua cabeça no peito do SENHOR JESUS!
 Outro fato marcante que exemplifica o que é ter afinidade:
João 19:26,27 – 26 Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. 27 Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa.

 Isso significa afinidade. João mantinha com Jesus afinidade tal que ELE pediu a sua Mãe que recebesse João como seu filho; e a João recebesse Maria como sua Mãe.


Que o Senhor nos abençoe.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Eu fiquei como quem sonha!


Gotas Bíblicas                                                                                                                                                       


Eu fiquei como quem sonha!  |  Pr. MAAS ®

Salmos 126:1 - ¶ [cântico dos degraus] Quando o SENHOR trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham. 


Amados do Senhor, saudações cristãs!


Em 2008, assumi minha primeira congregação, começando o meu ministério pastoral, para glória do nome de Jesus. Uma promessa que aguardei por cerca de oito anos servindo a Deus e a vi cumprir-se de modo palpável diante dos meus olhos. Fiquei como quem sonha! Aprendi algumas coisas naquela semana de preparativos, e senti um desejo imenso de relembrar com vocês!

A primeira lição que o cumprimento da promessa me trouxe é que nem sempre uma palavra de Deus se cumpre do modo que esperamos. Eu prego a palavra há oito anos. Como todo jovem pregador cristão (ainda mais eu que sou assembleiano), nós pensamos que o tempo de Deus será de congressos, festividades e coisas do tipo. A promessa pra mim, entretanto, se cumpriu de outro modo: arrastando cadeiras e comprando madeira.

Pois é. Ser chamado para pastorear não significou moleza não. Tive que preparar toda a parte material da nova igreja, que foi organizada por mim e pela minha equipe. Estou com as pernas e os braços doloridos de tanto fazer força e esfregar o chão. Entretanto, realidade espiritual que vivi supriu isso totalmente!

Deus está restaurando sua sorte! Faz tempo que você está “simplesmente vivendo”. Acostumou-se com a fé cristã e não consegue extrair dele virtude para sua vida! Esse tempo de marasmo acabou! Você voltará a sonhar! Deus resgatará sua fé e seu ministério. Mas, não espere moleza, você trabalhará como nunca trabalhou, mas terá alegria como nunca teve!

Viver é empenhar-se e alcançar seus objetivos, debaixo do temor e da direção de Deus!

E Deus te diz: É para isso mesmo que te chamei!

Deus te abençoe!





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A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espirito Santo sejam com todos
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Deus lhe abençoe

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