xmlns:b='http://www.google.com/2005/gml/b'xmlns:data='http://www.google.com/2005/gml/data' xmlns:expr='http://www.google.com/2005/gml/expr'> Vida Cristã: EXISTÊNCIA DE DEUS
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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

O PERIGO DAS NOSSAS ALIANÇAS


O PERIGO DAS NOSSAS ALIANÇAS

Josué 9. 15 – 16
Josué concedeu-lhes paz e fez com eles a aliança de lhes conservar a vida; e os príncipes da congregação lhes prestaram juramento. Ao cabo de três dias, depois de terem feito a aliança com eles, ouviram que eram seus vizinhos e que moravam no meio deles. Tendo em vista a vitória do povo de Israel sobre Jericó e Ai,  os reis que viviam a oeste do rio Jordão ficaram muito preocupados , a ponto de se unirem para guerrear contra Josué e o povo israelita, ou seja, eles que estavam da defensiva, até aquele momento, resolveram fazer uma espécie de aliança.
Para que entendamos o que estava acontecendo, aqueles reis não viam a menor possibilidade de enfrentar, de forma isolada, o poderio de Israel, sob liderança de Josué, que havia se tornado  um excelente líder e estrategista, sendo reconhecido com bastante temor por toda a terra de Canaã. Josué tinha plena consciência dessa situação e de quem o estava conduzindo a todas aquelas vitórias, isto é, ele não esquecia que o responsável por tudo o que estava acontecendo era o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel.
Dentro deste contexto, os moradores da cidade de Gibeão, que também tinham ouvido a respeito dos feitos de Josué e seus liderados, resolveram enganá-los.
Criaram uma situação parecendo que estavam viajando há muito tempo, usando sandálias velhas e com remendos, colocaram odres rasgados e sacos velhos em cima de seus jumentos e assim foram ao acampamento e falaram a Josué dizendo que estavam vindos de muito longe, razão pela qual vinham de paz e pediram um acordo, colocando-se à disposição do povo de Israel para ser seus empregados.
Josué chegou a indagar de que cidade eles procediam e de quem se tratavam. Como resposta foi-lhe dito que eles eram de um país que ficava muito longe e chegaram até ali porque tinham ouvido falar do Senhor, do Deus de Israel, e de tudo que Ele tinha feito no Egito e de todas as vitórias que tinha concedido aos israelitas, e voltaram a pedir que fosse feito um acordo de paz com eles, e que estariam dispostos a ser empregados e começam a ressaltar os diversos pontos que mostravam como tinham vindo de longe, qual seja o pão seco, os odres velhos e rasgados e as sandálias gastas por conta da longa viagem que tinham feito.
Então, Josué, sem consultar o Senhor, fez o tal acordo de paz com os gibeonitas, prometendo que eles não seriam mortos, e mais, os líderes do povo de Israel juraram que cumpririam a sua palavra.
Três dias após do acordo feito, foi descoberto que aquilo tudo não passou de mentira, de um ardil, armado por aquele povo, e que, na verdade, eles moravam perto dali.
Entretanto, como havia um juramento feito pelos líderes em nome do Senhor, o Deus de Israel, os israelitas não os  mataram. Esta decisão gerou reclamações e cobranças por parte do povo, porém, tendo em vista a promessa feita, eles não puderam fazer nada e os deixaram vivos.
A situação aqui é que depois do “leite derramado” não restou outra saída, a Josué, a não ser cumprir o acordo feito, isto é, ele teve de honrar o trato feito com aquele povo que os enganou.
Nesta história temos algumas lições para o nosso dia a dia. A primeira é que precisamos tomar muito cuidado com os gibeonitas atuais, e aí, é necessário que tenhamos a consciência de que eles estão em toda a parte, em nossa igreja, em nosso trabalho, dentre aqueles que se apresentam como nossos amigos, em nossos relacionamentos, isto é, fazem parte do nosso dia a dia, e não raro, estão muito perto de nós, promovendo o engano, a discórdia, a confusão, dando conselhos ruins, influenciando-nos para o mau.
Precisamos tomar muito cuidado com quem andamos, que exemplos estamos seguindo, que influência determinadas pessoas estão exercendo em nossas vidas, com as nossas amizades, com nossos relacionamentos afetivos, já que estas pessoas podem nos levar a situações inimagináveis, a situações, que por vezes, não existe mais a possibilidade de retorno, vejam que os líderes de Israel, apesar de terem descoberto a farsa, tiveram de honrar o juramento, mesmo sendo criticado pelo povo, isto é, se viram na obrigação de arcar com a responsabilidade da decisão equivocada que tomaram. E assim será com cada um de nós, na medida em  que nos deixemos enganar, levar, sob a influência de falsos líderes, amigos enganadores, isto é, por pessoas que se aproximam de nós vestidos em peles de cordeiro, mas trazem dentro de si um coração cheio de maldade.
E a segunda, e a mais importante, é que não podemos abrir mão da direção divina. Josué tomou a decisão sobre o acordo sem consultar a Deus e deu no que deu.
Finalizando, precisamos entender que se quisermos evitar erros e males para nossas vidas precisamos estar alertas, vigiar e na dependência de Deus, já que Satanás sempre estará atento, no intuito de nos enganar

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Bíblia Gay será lançada no Brasil







Bíblia Gay será lançada no Brasil

Sociedade Bíblica Brasileira nega ter cedido texto para versão pró-LGBT



Em 2012, o portal Gospel Prime divulgou que estava sendo lançada nos Estados Unidos a primeira “Bíblia Gay”. Chamada de “Bíblia Rainha James”, fazia uma provocação à versão mais conhecida da língua Inglesa, chamada de “rei James” por ter sido autorizada por esse monarca.
Segundo o grupo responsável pela sua edição, “A Bíblia Rainha James resolve quaisquer interpretações homofóbicas da Bíblia, mesmo assim sabemos que a Bíblia ainda está cheia de contradições”.
O website que promoveu a publicação dessa versão explicou: “Não há Bíblia perfeita. Esta também não é. Nós queríamos fazer um livro cheio da palavra de Deus, que ninguém poderia usar para condenar incorretamente os filhos de Deus que nasceram LGBT, e conseguimos. ”
Seus autores fazem várias ponderações sobre as dificuldades de tradução de termos como “sodomita” e “abominação”. Afirmam ainda que a palavra “homossexual” não foi colocada no livro sagrado até 1946 e que esse termo não existe em nenhum verso dos manuscritos originais. Essa nova versão é supostamente “mais pura”.
Segundo a Revista Veja, em 2015 chega ao Brasil a primeira edição “inclusiva”. O diferencial são os comentários bíblicos pró-LGBT. A iniciativa é do “pastor” Marvel Souza, responsável pela igreja inclusiva “Cidade de Refúgio” no Distrito Federal, Marvel está ligado ao ministério da missionária ex-ex-gay Lanna Holder.
Marvel Souza , idealizador da "Bíblia graça sobre graça".
Marvel Souza , idealizador da “Bíblia graça sobre graça”.
A iniciativa do pastor Marvel é inédita. Na obra, o pastor afirma que trará uma nova visão das Escrituras – ou seja, gay. “Teremos um olhar especial para os homoafetivos, mas também para negros e toda sorte de excluídos”, explica. Com o nome de “Bíblia Graça sobre Graça”, deverá estar nas livrarias de todo país a partir do mês que vem.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Deus responde as nossas orações?

                                                                                                                                                                                                                         (por Marilyn Adamson, revisado por Natália Póvoas)



















Deus responde as nossas orações?



Você conhece alguém que realmente confia em Deus?
Quando era atéia, uma grande amiga minha costumava me contar toda semana algo específico pelo que ela estava orando, na certeza de que Deus iria tomar providências. E toda semana eu costumava contemplar Deus agindo de maneira incomum para responder suas orações. Você sabe como é difícil para uma atéia observar fatos como esses, semana após semana? Depois de um certo tempo, dizer que não passava de “coincidências” se tornou um argumento muito fraco.
Então, por que Deus respondia as orações da minha amiga? A maior razão para isso é porque ela tinha um relacionamento íntimo com Ele, desejava segui-lo e, realmente ouvia o que Ele tinha a dizer. Em sua mente, Deus tinha o direito de dirigir sua vida e ela o fazia se sentir bem-vindo para fazer justamente isso! Quando ela orava por determinada coisa, era porque, de certa forma, se sentia muito confortável ao se achegar a Deus com suas necessidades, suas preocupações, ou qualquer assunto referente a sua vida. Além disso, estava convencida, pelo que lia na Bíblia, que Deus queria mesmo que ela descansasse nele assim.
Ela basicamente colocava em prática o que esta frase bíblica diz: “Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa de acordo com a sua vontade, ele nos ouve.” (1 João 5:14 ) “Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos e os seus ouvidos estão atentos à sua oração, mas a face do Senhor está contra os que praticam o mal.” (1 Pedro 3:12 )

Então, por que Deus nem sempre responde às orações de todos?

Pode ser porque nem todos tenham um relacionamento com Ele. Eles devem saber que Deus existe, devem até adorar a Deus de vez em quando. Mas esses que nunca parecem ter suas orações respondidas, provavelmente não desenvolveram um relacionamento com Deus. Além disso, eles nunca devem ter recebido de Deus perdão completo de seus pecados. “O que uma coisa tem a ver com a outra?”, você deve estar se perguntando. Aqui está a explicação: “Certamente, o braço do Senhor não está encolhido para salvar, nem seu ouvido fechado para ouvir. Mas suas iniquidades separaram vocês de Deus. Seus pecados esconderam a face dele de vocês, então ele não os irá ouvir.” (Isaías 59:12)
É muito natural sentir essa separação de Deus. Quando as pessoas se voltam para Ele a fim de colocá-lo a par de algo, ou para pedir algo, o que geralmente elas fazem? Começam dizendo: “Deus, eu realmente preciso da tua ajuda neste problema…”. E aí há uma pausa, seguida de: “Eu sei que não sou uma pessoa perfeita, que realmente não tenho direito nenhum de te pedir isso…”. Existe um conhecimento pessoal de pecados e fracassos. E a pessoa sabe que Deus está ciente disso também. Há uma noção de: “Com quem penso que estou brincando?”. O que eles não devem saber é como podem receber o perdão de Deus por todos os seus pecados e como podem desenvolver um relacionamento pessoal com Deus, para que então Ele possa ouvi-los. Este é o fundamento básico para que Deus responda suas orações.

Como Orar: O Fundamento Básico

Primeiro você deve começar um relacionamento com Deus. Imagine que um rapaz chamado Marcos decide pedir ao reitor da Universidade de Federal do Rio de Janeiro (alguém que ele nem ao menos conhece) que autorize o empréstimo de um carro para ele. Marcos teria chance nula de conseguir ser atendido. (Estamos presumindo que o reitor da UFRJ não seja idiota). Por outro lado, se a filha deste mesmo reitor pedisse a seu pai que autorizasse um empréstimo de carro para ela, não haveria problema algum. Um relacionamento pessoal conta muito.
Com Deus, quando alguém é verdadeiramente seu filho, quando alguém pertence a Ele, Ele o conhece e ouve suas orações. Jesus disse: “Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem. As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna, e elas jamais perecerão; ninguém as poderá arrancar da minha mão.” (João 10:14, 27-28)
Quando o assunto é Deus, você realmente o conhece? E Ele conhece você? Você tem um relacionamento com Ele que garanta a resposta de suas orações? Ou Deus está bem distante, sendo apenas um conceito em sua vida? Se Deus está distante, ou você não tem certeza de que o conhece, aqui está uma maneira de começar a se relacionar com Ele agora mesmo: Conhecendo Deus pessoalmente.

Será que Deus vai responder sua oração definitivamente?

Para aqueles que realmente o conhecem e descansam nele, Jesus parece ser muito generoso em sua oferta: “Se vocês permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e lhes será concedido.” (João 17:7 ) “Permanecer” em Cristo e ter as palavras dele dentro de nós significa que conduzimos nossas vidas sob o comando dele, descansando nele, ouvindo o que Ele tem a dizer. Assim, estaremos aptos a pedir a Deus qualquer coisa que desejarmos e Ele responderá. Aqui está outra vantagem: “Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa de acordo com a sua vontade, ele nos ouve. E se sabemos que ele nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que temos o que dele pedimos.” (1 João 5:14-15) Deus responde nossas orações de acordo com a sua vontade (e de acordo com a sua sabedoria, seu amor por nós, sua santidade…).
Nós erramos ao assumirmos que sabemos qual é a vontade de Deus, quando somente alguma coisa faz sentido para nós! Nós assumimos que há somente uma “resposta” correta para cada oração específica, tendo a certeza de que AQUELA é a vontade de Deus. E é aí que fica mais difícil. Nós vivemos dentro dos limites do tempo e do conhecimento. Temos apenas informações limitadas sobre cada situação e sabemos algumas implicações de ações futuras nessas determinadas situações. O entendimento de Deus é ilimitado. Como um evento ocorre no curso da vida ou da história é apenas algo que Ele já sabe. E Ele deve ter propósitos muito além daqueles que podemos imaginar. Logo, Deus não fará algo simplesmente porque determinamos que essa deveria ser a sua vontade.

O que é preciso? O que Deus está inclinado a fazer?

Páginas e páginas poderiam ser preenchidas com as intenções de Deus para nós. A Bíblia inteira é uma descrição do tipo de relacionamento que Deus quer que experimentemos com Ele e do tipo de vida que Ele quer nos dar.
Aqui estão alguns exemplos:“…o Senhor espera o momento de ser bondoso com vocês; ele ainda se levantará para mostrar-lhes compaixão. Pois o Senhor é Deus de justiça. Como são felizes todos os que nele esperam!” (Isaías 30:18 ) Você captou isso? Como alguém que se levanta de sua cadeira para oferecer ajuda, “Ele se levanta para lhe mostrar compaixão”. “Este é o Deus cujo caminho é perfeito; a palavra do Senhor é comprovadamente genuína. Ele é um escudo para todos os que nele se refugiam.” (Salmo 18:30) “O Senhor se deleita naqueles que o temem [reverenciam], que colocam sua esperança em seu leal amor.” (Salmo 147:14)
De qualquer maneira, a maior demonstração do amor e da compaixão de Deus por você é expressa pelas seguintes palavras de Jesus: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos” (João 15:13 ), que nada mais é do que o que Cristo fez por nós. Então, “Aquele que não poupou a seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará, juntamente com ele, gratuitamente todas as coisas?” (Romanos 8:32)

E o que dizer das orações “não respondidas”?

Certamente as pessoas ficam doentes e até morrem; problemas financeiros são reais, e toda sorte de situações difíceis é passível de acontecer na vida de qualquer um. O que fazer então?
Deus nos diz para levar todas as nos“Lancem sobre ele toda ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês.” as preocupações a Ele. Mesmo quando a situação parecer irremediável, (1 Pedro 5:7) As circunstâncias podem parecer estar fora de controle, mas não estão. Quando o mundo inteiro estiver desabando, Deus ainda pode e sempre poderá segurá-lo em suas mãos. É aí que uma pessoa pode se sentir muito agradecida por ter o privilégio de conhecer a Deus. “Seja a amabilidade de vocês conhecida por todos.

Perto está o Senhor. Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo entendimento, guardará os seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus.” (Filipenses 4:5-7) Deus pode providenciar soluções para os seus problemas além do que você considera ser possível. Provavelmente, qualquer cristão pode listar exemplos como esse em suas próprias vidas. Mas se as circunstâncias não melhorarem, Deus ainda pode nos dar a sua paz em meio a tudo isso. Jesus disse: “Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbem os seus corações, nem tenham medo.” (João 14:27)
É neste ponto (quando as circunstâncias ainda estiverem difíceis) que Deus nos pede para continuar a confiar nele – para “andar pela fé, não pela visão”, diz a Bíblia. Mas não é uma fé cega; é baseada no caráter de Deus. Um carro viajando pela ponte Rio-Niterói é totalmente sustentado pela integridade da ponte. Não importa o que o motorista possa estar sentindo, ou pensando, ou discutindo com o passageiro do outro assento. O que faz o carro chegar seguramente ao outro lado da ponte é a integridade dela, na qual o motorista resolveu confiar. Do mesmo modo, Deus nos pede para confiarmos em sua integridade, seu caráter, sua compaixão, amor, sabedoria, retidão e justiça em nossa defesa. Ele diz: “Eu tenho amado com amor eterno; com amor leal a atraí.” (Jeremias 31:3 ) “Confie nele todo o tempo, ó povo. Coloque diante dele o coração, pois ele é o nosso refúgio.” (Salmo 62:8)

Em Resumo…Como Orar

Deus se ofereceu para responder as orações de seus filhos (aqueles que receberam Jesus em suas vidas e buscam segui-lo). Ele nos pede para levar qualquer preocupação até Ele em oração, pois Ele agirá por nós de acordo com a sua vontade. Enquanto lidamos com dificuldades, temos de lançar sobre Ele nossas aflições e receber dele a paz que desafia as circunstâncias. A base da nossa esperança e fé é a pessoa de Deus. Quanto mais o conhecermos, mais aptos estaremos a confiar nele.
Para saber mais sobre o caráter de Deus, por favor leia o artigo “Quem é Deus?” ou outros artigos neste site. A razão das nossas orações é o caráter de Deus. A primeira oração que Deus responde é a oração em que você expressa o seu desejo de começar um relacionamento com Ele.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Onde está Deus?

(revisado por Natália Póvoas)































Onde está Deus?

Imagine que existem duas pessoas vivendo dentro de um pedaço de papel. Essas pessoas são bidimensionais, tendo altura e largura, mas sem profundidade; o papel é um pouco do mundo delas. Elas podem ver você? Não. Podem ver somente o que está sobre o papel, o que se aproxima dele – o mundo delas. Elas não têm percepção da profundidade. Agora finja que você usou seu dedo para tocar o papel. Elas podem ver você agora? Na verdade, não podem vê-lo por inteiro, mas podem ver a extremidade do seu dedo, apenas a parte que entrou no mundo delas.

O Deus Oculto

Essa é uma analogia da nossa situação com Deus. Deus existe fora das nossas dimensões. Ele pode existir fora das nossas noções de tempo e espaço. Portanto, é difícil enxergá-lo. Nós somos como as pessoas no papel bidimensional. Não podemos enxergar o que está na terceira dimensão. Mas, nesse caso, nós existimos em quatro dimensões (altura, largura, profundidade e tempo) e Deus existe além delas.

Então, como conheceremos esse Ser Supremo? Assim como os moradores do papel não poderiam ter notado a sua existência se você não tivesse tocado o papel, nós não poderemos detectar a presença de Deus se Ele mesmo não se revelar a nós. Ele deve “tocar no papel” do nosso mundo. Deus tem que se apropriar das nossas dimensões para que nós possamos conhecê-lO.

O Deus Invisível Revelado

Ao estudarmos a história da humanidade, especialmente as histórias religiosas, podemos realmente encontrar algum vestígio de onde Deus tenha “tocado no papel” do nosso mundo? Considere que o “dedo” de Deus tenha tocado nosso mundo na pessoa conhecida como Jesus Cristo. Jesus alegou ser Deus (João 8:58, 17:3); disse que ver a ele era o mesmo que ver a Deus (João 12:45, 14:9); disse que ele foi o único enviado à Terra diretamente por Deus (João 3:13) e perdoou os pecados das pessoas, coisa que somente Deus pode fazer (Marcos 2:5). Muitas outras passagens do Novo testamento afirmam a identidade de Jesus (João 1:3, 4:18; Hebreus 1:1-13; Colossenses 1:15-20, 2:9; Filipenses 2:6). Ele era Deus “que se fez carne e habitou entre nós” (João 1:14). Ele é “a imagem do Deus invisível” (Colossenses 1:15).

Se nós somos aquelas pessoas que moram num papel, faz sentido que o nosso Criador multidimensional entre no nosso mundo de apenas quatro dimensões se tornando um ser humano. Ele revelou a si mesmo para nós. Mas porque Deus faria isso?

Mostre-me Deus

Conta-se a história de um fazendeiro que morava sozinho em uma cabana. Ao lado de sua cabana havia um celeiro. Numa noite muito fria, pássaros começaram a bater na janela da cabana, tentando escapar daquele frio terrível. Então, o velho saiu e abriu a porta do celeiro. Estava quentinho lá dentro. Ele agitou seus braços e chamou os pássaros para dentro, para que ficassem em segurança. Mas eles não o entenderam.

A angústia dele foi tanta que desejou ser um pássaro também para que as pobres aves o compreendessem e escapassem da morte. Naquele momento, o fazendeiro entedeu porque Jesus veio. Apesar dele não poder se transformar em um pássaro, Deus poderia se transformar em um homem, e foi isso que Ele fez: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu Seu Filho unigênito para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha vida eterna” (João 3:16).

Para encontrar mais informações sobre a vinda de Deus para o nosso mundo, leia a livro de João na Bíblia.

Como podemos saber se Deus é real?

(revisado por Débora Fernandes)


Como podemos saber se Deus é real?


Winfried Corduan colocou a questão da seguinte maneira:”…


Deus é real? nós podemos olhar para o mundo e ver se o mundo é construído de tal maneira que seja razoável acreditar que deve existir um Deus”. Assim como o caçador segue a trilha de um animal que ainda vai ver – pegadas, tufos de pêlo, galhos quebrados – estamos procurando impressões digitais de Deus no mundo físico.

Vários sinais (linhas de raciocínio) têm sido sugeridos ao longo dos últimos séculos. Vamos resumidamente considerar três deles. Primeiro, o mundo parece funcionar de acordo com uma lei universal de causa e efeito, isto é, todo efeito observável deve ter um “empurrão” inicial de algum agente ou causa.

Todas as “coisas” (um termo altamente científico) que observamos são dependentes de outras “coisas” para sua existência. Se pensarmos sobre lá atrás, voltando ao primeiro evento, poderia ser perguntado: Quem foi a causa? É ai que parece existir um ser que não foi “causado”. Filósofos gostam de chamar isso de um ser necessário. Isso poderia ser Deus?

Um segundo sinal que deve ser considerado é o que os cientistas hoje chamam de indícios de uma “Criação Inteligente”. A sugestão é que o universo exibe propósito, projeto e intenção. Essa não é uma idéia nova. William Paley sugeriu que se você estivesse andando por um campo e achasse um relógio no chão reconheceria que ele é uma máquina que tinha um propósito e que não cresceu na floresta como plantas e árvores.

Uma conclusão racional seria a de que alguém intencionalmente construiu um relógio. O universo é infinitamente mais complexo que um relógio e como resultado, aponta muito mais para um criador inteligente. Um terceiro indício tem a ver com o fundamento moral do universo. C. S. Lewis se referiu a isso como a “lei da natureza humana”.

Isso não quer dizer que pessoas em todos os lugares concordem em todos os valores morais, mas todo mundo tende a viver de acordo com certos princípios morais comuns. Por exemplo, pessoas e culturas têm idéias diferentes sobre quando é apropriado tirar a vida de outra pessoa, mas ninguém (que fosse considerado são) sustentaria que assassinar indiscriminadamente a sangue frio sem razão alguma seria apropriado. Parece que a humanidade foi intencionalmente criada com um compasso moral interno.

Todas os três sinais apelam para o nosso senso comum e se encaixam em observações que podem ser feitas sobre o mundo. Nem todo mundo pode ser convencido por esse raciocínio, mas parece fazer mais sentido acreditar que Deus é real do que afirmar que não. Se isso é verdade, então talvez existam outras coisas que se pode saber sobre Deus. Por que não seguir a trilha e ver onde ela vai dar?

Deus é real?

  (traduzido por Soraya Gomes)

Deus é real?


O filósofo britânico, Dr. Antony Flew, tem sido um influente porta-voz pelo ateísmo, ativamente envolvido debate após debate. Contudo, descobertas científicas nos últimos 30 anos trouxeram a ele uma conclusão que ele não pode evitar. Numa entrevista em vídeo, em dezembro de 2004, ele declarou: “Super-inteligência é a única boa explicação para a origem da vida e a complexidade da natureza.” As descobertas do DNA destacam-se na sua declaração. Eis o porquê…
O DNA nas nossas células é muito similar a um complexo programa de computador. Um programa de computador é feito de uma sequência de 1 e 0 (chamado código binário). A sequência e a ordem desses 1 e 0 é o que faz que o computador funcione corretamente. Da mesma maneira, o DNA é feito por quatro compostos químicos, abreviados pelas letras A, T, G, C. Muito parecido com os 1 e 0, essas letras são arranjadas nas células humanas CGTGTGACTCGCTCCTGAT e assim por diante. A ordem que elas se arranjam instruem as ações das células.
O que é extraordinário é que num pequenino espaço de cada célula no seu corpo, esse código é uma sequência de três bilhões de letras.
Para entender a quantidade de informação do DNA de uma célula “uma pessoa lendo o código numa taxa de 3 letras por segundo levaria trinta e um anos e ainda continuaria lendo dia e noite.” Espere, tem mais. Foi determinado que 99,9% do seu DNA é similar a composição genética de todos. O que faz de você único é a pequena diferença em como essas três bilhões de letras estão seqüenciadas nas suas células.
O governo é capaz de identificar cada pessoa no país pela combinação dos dígitos do CPF. No entanto, dentro de cada célula sua há uma estrutura de DNA de três bilhões de letras que pertence somente a você. Este código te identifica e continuamente instrui o comportamento das suas células.

Você consegue ver o porquê da importância do DNA? Dr. Francis Collins, diretor do Projeto Genoma Humano (que mapeou a estrutura do DNA humano) disse que se pode “pensar no DNA como um roteiro de instrução, num programa de computador, colocado no núcleo da célula.”

Perry Marshall, um especialista em informação, comentou as implicações disto: “Nunca antes existiu um programa de computador que não houvesse sido projetado… seja um código, ou um programa, ou uma mensagem dada através de uma linguagem, há sempre uma mente inteligente por detrás disso.”

Assim como o ex-ateu Dr. Antony Flew questionou, é legitimo se perguntar acerca desse código de três bilhões de letras instruindo as células. Quem escreveu este roteiro? Quem colocou este código de trabalho dentro das células? É como se você estivesse caminhando pela praia e visse na areia “Pedro ama Michele.” Você sabe que as ondas não formaram aquilo, uma pessoa o escreveu. Isto é uma mensagem precisa. Uma informação clara. Da mesma maneira, a estrutura do DNA é complexa, um roteiro de três bilhões de letras, informando e direcionando o processo das células.
Como você pode explicar esta sofisticada mensagem, codificada, morando nas suas células? Em 26 de junho de 2000, o Presidente Clinton parabenizou aqueles que completaram a sequência do genoma humano. O Presidente Clinton disse: “Hoje, nós estamos aprendendo a linguagem em que Deus criou a vida. Nós estamos ganhando cada vez mais admiração pela complexidade, a beleza, a maravilha do dom mais divino e sagrado de Deus.” Dr. Francis Collins, diretor do Projeto Genoma Humano, sucedeu o Clinton no palco com a declaração: “Para mim é modesto e admiravelmente inspirador perceber que nós captamos um primeiro vislumbre do nosso livro de instrução, anteriormente apenas conhecido por Deus.”

Quando observamos a estrutura do DNA do corpo humano, não podemos fugir da existência de um design inteligente (e extremamente inteligente).

De acordo com a Bíblia (que é incrivelmente complexa nela mesma), Deus não é apenas o Autor da nossa existência, mas é o Relacionamento que faz a nossa existência ter sentido. Todos os objetivos intangíveis de vida que desejamos, força suficiente para uma situação, alegria, sabedoria, saber que somos amados… Somente Deus pode nos dar essas coisas a medida que o ouvimos e confiamos nEle. Ele é o nosso maior e mais confiável guia na vida. Assim como Ele projetou o DNA para dar instrução a célula, Ele oferece nos instruir para fazer as nossas vidas funcionarem bem, para Sua glória e para o nosso bem, porque Ele nos ama.

Por que o DNA é importante? É mais uma prova de Deus. Ele projetou nossos corpos. Ele também pode ser confiável para projetar a nossa vida. Você já começou algum relacionamento com Deus? Você quer conhecer a Deus pessoalmente?


domingo, 27 de setembro de 2015

Por que os “elos perdidos” ainda estão perdidos?


(por Charles Colson, revisado por Marcelo Tunala

Por que os “elos perdidos” ainda estão perdidos?


Uma loja especializada em parafernália política antiga exibe um boton de campanha que diz: “Ronald Reagan é o elo perdido”. Essa é uma brincadeira que os cientistas podem apreciar, porque um século e meio depois de Darwin, os elos perdidos nos registros fósseis ainda estão… perdidos. O elo perdido é uma grande lacuna no Darwinismo.
Agora, um novo livro do biólogo Jeffrey Schwartz recomenda que todo o trabalho de Darwin seja descartado e que se busquem novas explicações para o desenvolvimento da vida.
O princípio da teoria de Darwin está na alegação de que novas espécies surgem graças à acumulação gradual de pequeninas mutações. A teoria afirma que todo material fossilizado revela centenas de milhões de fósseis em transição, ligando cada espécie a outra seguinte.
Os fósseis não revelam grande coisa. Pelo contrário, novas espécies aparecem repentinamente, como que da noite para o dia. Como Schwartz coloca, barbatanas se tornam penas de repente, sem um vestígio de formas intermediárias. Da mesma forma, ele diz: “Você não vê evoluções graduais de penas. Ou você tem penas ou não tem”.
Até mesmo olhos surgem do nada. A idéia darwinista de que “os olhos se desenvolvem vagarosamente por incontáveis gerações através de uma meticulosa acumulação de pequeninas mutações” está errada, afirma Schwartz.
Não é de admirar que o seu novo livro seja intitulado “Origens Repentinas”. E também não é surpresa o fato dele estar em maus lençóis diante da comunidade científica. Desde Darwin, muitos cientistas se agarraram à esperança de que as lacunas referentes aos fósseis eventualmente seriam preenchidas, e que os elos perdidos seriam descobertos. Mas Schwartz está dizendo que as lacunas nunca serão preenchidas – porque os elos perdidos nunca existiram. Ele encoraja os biólogos a começarem a buscar novas teorias que expliquem as origens repentinas de estruturas orgânicas.
Schwartz acredita que ele mesmo encontrou uma teoria, baseada na ação dos chamados genes homeobox, que são genes reguladores que ativam e desativam durante o desenvolvimento dos embriões. A teoria afirma que, até mesmo uma pequena mutação num homeobox nos estágios iniciais do desenvolvimento, poderia acarretar mudanças maiores mais tarde, ao longo do crescimento do organismo.
Entretanto, a maioria dos biólogos considera a teoria de Schwartz implausível. “Isso parece uma hipótese louca”, diz o biólogo William McGinnis. Mutações nesses genes sempre resultam em diferentes formas dentro de uma espécie, o que ocorre de forma drástica segundo McGinnis, pois esses animais geralmente morrem ou ficam muito doentes.
Veja que originar novas espécies através de mutações exigiria um número imenso de mudanças coordenadas de uma só vez. Um peixe que, de repente, desenvolva pulmões, por exemplo, teria que desenvolver pernas ao mesmo tempo ou simplesmente iria se afogar. Uma girafa que desenvolvesse um longo pescoço teria de desenvolver, simultaneamente, um coração especializado que bombeasse sangue ao longo do seu pescoço mutante.
Mas, na teoria naturalista de Schwartz, não há nenhuma força direcionada a coordenar todas essas mudanças, então as novas formas de vida não iriam a lugar nenhum – exceto ao cemitério.
Schwartz nos faz um grande favor quando aponta as falhas do Darwinismo, mas sua teoria da evolução substituta não é muito melhor que a anterior. Os seres vivos manifestam níveis de engenharia e design que os cientistas estão apenas começando a compreender; o que logicamente sugere que eles são criação de um grande Engenheiro, um Designer Divino.
A teoria que melhor se encaixa nos fatos é aquela que começa com uma causa inteligente por trás da maravilhosa complexidade dos seres vivos.

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