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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

A grande maldição da depressão.


A grande maldição da depressão.

Uma pessoa em estado depressivo, não necessariamente é uma pessoa aparentemente triste. Uma pessoa com ansiedade, não necessariamente demonstra aos outros. Muitas vezes no culto de domingo está tudo bem, a pessoa sente-se exaltada, maravilhosa, e na segunda-feira de manhã desaba de tanto chorar em seu quarto devido a uma crise de ansiedade.

Essas doenças, estão se tornando cada vez mais comuns, principalmente entre os jovens. E a grande maldição da depressão e da ansiedade é que são doenças silenciosas, muitas vezes imperceptíveis.Eu acredito que Deus, pode curar esses jovens, habitar seus corações e dar a eles um propósito de vida, mas também acredito que cuidados psicológicos são necessários, afinal Deus trabalha de várias formas, e uma delas pode ser por meio de um ouvinte e conselheiro. Apesar de ser mais comum entre os jovens, a depressão e a ansiedade podem atingir qualquer um, uma esposa magoada, um homem angustiado, uma criança com pais separados... qualquer um pode ser vítima dessa maldição.

E eu te pergunto: Como entender qual é o motivo que levou a pessoa a entrar em estado depressivo, e como mostrar a ela que existe um Deus que a ama e quer salvar sua vida? Você precisa se preparar para ser uma ferramenta nas mãos de Deus nessa grande Obra! Nós, como líderes precisamos dominar algumas habilidades de psicologia. Eu sei que em alguns casos não substituímos um psicólogo profissional, mas em muitos casos nós podemos ajudar, e devemos. E não somente em casos de depressão e ansiedade, nós precisamos levar calmaria e compaixão onde existe dor e conflitos.

Você quer ser uma ferramenta nas mãos de Deus nesta Obra? Então venha fazer parte do combo Psicologia pastoral.

Um combo de três cursos essenciais para o pastoreio e que vão mudar a sua vida: 
Gestão de conflitos, relacionamentos interpessoais e introdução a psicologia.
Pastor, pastora. Esse combo irá mudar o seu ministério e a sua vida, com isso você aprenderá a entender melhor as pessoas e como ajuda-las, a mediar conflitos dentro da igreja, que infelizmente, sabemos que são rotineiros, e a se relacionar de forma eficaz e inteligente, dentro e fora da igreja.
O fato é: o combo psicologia pastoral pode abrir portas em sua vida e VAI!
Veja o que você vai aprender:
Em introdução a psicologia
  • Características do senso comum
  • História da psicologia moderna
  • Gestalt, ou psicologia da forma
  • Behaviorismo psicologia comportamental
  • Psicanálise e o pensamento de freudiano
Em gestão de conflitos
  • Psicologia aplicada à gestão: Resolução de Conflitos Interpessoais
  • Visões sobre o enquadramento de conflitos ao longo dos tempos
  • Três possibilidades de resolução de conflitos, pelos modos
  • Cooperação: abordagem não violenta de resolução de conflitos
  • Meios de resolução de conflitos
  • Conflito e Confronto
  • Recomendação de leis: base legal de sua atuação
  • Estratégias básicas frente conflitos, como se preparar para intervir no conflito.
  • Estudo de Caso
Em relacionamentos interpessoais:
  • As Contribuições de Sigmund Freud
  • Kurt Lewin e a Dinâmica dos Grupos
  • Grupos Operativos de Pichon-Rivière
  • Grupo Operativo na Concepção de Calderón e Govia
  • Processo Grupal na Análise Institucional
  • Grupo e poder em Martin Baró
  • Fatores que influenciam a relação interpessoal
  • Relacionamento interpessoal positivo: algumas condutas
  • Fatores chave para a motivação
Você quer participar desse grupo de pastores e pastoras que vão mudar a vida de milhares de pessoas? Então aproveite essa oportunidade, pois as vagas são limitadas.

O combo é totalmente online, com um total de 80 vídeo aulas que vão te preparar para a grande obra, tudo isso com apoio de um tutor online, que estará sempre disponível para tirar suas dúvidas e te ajudar!

Está com medo de não gostar do curso? Tudo bem, eu vou te dar uma garantia de 30 dias, se em 30 dias você decidir que o curso não é para você, nós devolvemos todo o seu dinheiro, centavo por centavo.
O risco está todo conosco pastor, pastora!
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sábado, 2 de julho de 2016

Estou com depressão e as pessoas dizem que é frescura minha. Como lidar com isso?

Estou com depressão e as pessoas dizem que é frescura minha.

Como lidar com isso?


Postado por Marco em: #VocêPergunta
Você Pergunta: Já faz uns dois anos que tenho andado muito estranha. Sabe, tenho estado desanimada, sem vontade de correr atrás dos meus sonhos, descuidada, sem vontade de sair de casa e até sem desejo de ir à igreja e orar. Meus parentes tentam me animar, mas, geralmente, não conseguem. Já ouvi alguns deles dizerem que isso tudo é frescura minha, que eu preciso aprender a dar mais valor à minha vida. Isso me machuca muito, não tenho sabido lidar com essa questão. Não sei se procuro um médico, se faço uma campanha de libertação na igreja, já que alguns dizem que estou com problemas espirituais. Pelo que já li na Internet meus sintomas são de depressão. Ajude-me, por favor.

Cara leitora, essa sua descrição esconde algo muito comum que ocorre em milhares de lares em todo o mundo. A sociedade tem estado preparada para lidar com doenças físicas (Pneumonia, Gripes, Dengue, Câncer, etc.), mas têm estado pouco preparada para lidar com as doenças emocionais. Esse é o caso da sua família e de milhares de outras famílias. Por isso, quero aproveitar essa resposta que vou te dar para trazer alguns pontos importantes sobre essa questão da depressão, que todos nós devemos refletir.
Estou com depressão e as pessoas dizem que é frescura minha. Como lidar com isso?

Estou com depressão e dizem que é frescura

(1) Depressão não é frescura. Hoje sabemos que a depressão é uma doença e como tal deve ser tratada com muito cuidado e da forma correta por um profissional da saúde gabaritado. Com o conhecimento que temos, não é mais possível que tratemos uma doença tão grave e com tamanho potencial destrutivo como sendo um simples capricho ou mesmo frescura da pessoa. Qualquer pessoa que perceba que está estranha, desanimada, sem vontade viver e coisas do tipo, deve procurar a ajuda de um médico para que ele avalie o caso e possa iniciar o tratamento.

(2) Depressão nem sempre está ligada a problemas espirituais. É muito comum nos meios cristãos se associar esses sintomas da pessoa depressiva a algum pecado grave que a pessoa esteja cometendo ou mesmo a possessões demoníacas. Sabemos que pessoas que estão longe de Deus e envolvidas em pecados graves podem desenvolver sintomas de depressão, porém, cada caso deve ser avaliado com carinho. Nem sempre a depressão da pessoa está ligada a causas espirituais. Pessoas que têm a vida espiritual em dia também podem ficar depressivas, pois é uma doença que pode estar relacionada em muitos casos a desregulação hormonal e alterações cerebrais, além de outras causas emocionais, como a perda de um ente querido, por exemplo. Portanto, uma doença a ser tratada também no campo médico. Devemos agir sem preconceito, buscando ajudar e apoiar a pessoa para que se livre desse mal seja qual for a causa. 

(3) Tratar depressão com um médico não é falta de fé. Quando temos alguma febre alta, ou uma indisposição mais grave, nossa primeira ação é ir até o pronto-socorro buscar ajuda. Isso não é falta de fé. É claro que nós oramos, mas não deixamos de ir até os recursos que Deus já nos disponibilizou, os recursos médicos e medicamentosos existentes. Com a depressão é a mesma coisa. Ele deve ser tratada no campo da oração, da busca da cura em Deus, mas também usando os recursos médicos que Deus, graciosamente, já nos deu através da ciência. Isso é totalmente legítimo.

(4) Tratar a depressão deve mobilizar a família. Interessante que quando temos, por exemplo, um resfriado, a família se mobiliza. A mãe faz uma canja de galinha, toma precauções para o descanso do doente, etc. Quando alguém tem depressão (doença muito mais grave que uma gripe) precisa também, muito mais, no apoio de quem está ao seu redor (amigos e familiares). E esse apoio vem com palavras e atitudes positivas. Dizer que a pessoa está com frescura ou usar apenas a crítica não ajuda. O ideal é que a família perceba o que está acontecendo e se informe, ou com um médico, ou com literaturas especializadas, sobre como agir positivamente para abençoar a pessoa que passa pela depressão.

(5) Depressão também deve ser tratada no campo espiritual. Nós que somos cristãos cremos que Deus participa ativamente de nossa vida. Por isso, a depressão, por mexer fortemente com nossa alma, deve ser tratada também no campo espiritual, seja resolvendo questões espirituais importantes que atrapalham a pessoa a melhorar da depressão (mágoa, falta de perdão, tristeza, falta de fé, etc), seja com apoio e aconselhamentos. Quando a pessoa se sente amada e acolhida, o tratamento faz muito mais efeito. O tratamento médico aliado ao apoio espiritual gera muito mais curas e melhoras dos quadros depressivos. Isso já é mais que provado.

(6) E por fim, respondendo à pergunta da leitora, creio que você deva conversar com sua família sobre o que sente. Peça a eles que te compreendam, que te ajudem a superar esse momento difícil. Diga a eles que não é frescura o que você tem passado. Peça ajuda, não fique sozinha, isolada, pois isso apenas piora o seu quadro depressivo. Essa é uma força que você precisa fazer para dar início à sua melhora. É o começo do seu tratamento. Reconhecer que está doente e pedir ajuda. Com a ajuda de Deus, e com todos os recursos disponíveis, você pode melhorar e pode ser curada dessa doença.


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domingo, 13 de março de 2016

8 hábitos que causam depressão















8 hábitos que causam depressão


Além de nos ajudar a manter a forma, o exercício físico faz com que o organismo produza endorfinas, que melhoram o nosso estado de ânimo.




8 hábitos que causam depressão
Você sabia que a alimentação, a prática de exercícios físicos, o contato com a natureza, a respiração ou o modo com o qual direcionamos o olhar podem influenciar, em longo prazo, em estados depressivos?

As causas para esse estado podem ser muitas, mas se tentarmos mudar alguns pequenos hábitos que influenciam na depressão poderemos melhorar em pouco tempo. Assim, te convidamos a conhecer quais são os hábitos que influenciam negativamente e podem levar à depressão, coisas que você talvez esteja fazendo diariamente de maneira inconsciente.


Você sabia que a alimentação, a prática de exercícios físicos, o contato com a natureza, a respiração ou o modo com o qual direcionamos o olhar podem influenciar, em longo prazo, em estados depressivos?

Falta de nutrientes

Mesmo que te pareça estranho, a depressão está relacionada com o sistema nervoso e este é nutrido pelos alimentos que consumimos. Concretamente, necessitamos diariamente de uma série de nutrientes para equilibrarmos o sistema nervoso e, portanto, evitarmos a depressão e outros transtornos nervosos:
Falta de nutrientes e vitaminas podem causar depressão

  • O magnésio, que pode ser encontrado nas nozes, nas verduras de folhas verdes e no abacate;
  • O triptofano, que é mais facilmente encontrado no cacau;
  • Os ácidos graxos ômega 3, encontrado nas sementes de linho;
  • A vitamina B12, contida nas sardinhas, nos ovos, nos derivados lácteos;
  • O ácido fólico, presente em frutas e verduras de folhas verdes.

Alimentos prejudiciais

Em contrapartida, existem alimentos que atuam como veneno, pois roubam vitaminas e minerais de nosso organismo, nos deixam viciador, alteram o equilíbrio em nossos órgãos e contribuem para piorar o humor. Esses são:
  • Carne, quando consumida em excesso;
  • Gorduras saturadas;
  • Aspartame (adoçante artificial);
  • Conservantes e colorantes artificiais;
  • Açúcar branco e guloseimas;
  • Bebidas artificiais;
  • Álcool.
Alguns alimentos consumidos em excesso podem causar depressão

Falta de exercício

Exercitar-se é imprescindível para a vida, além disso, nos ajuda a produzir endorfinas, hormônios da felicidade. Muitas pessoas acreditam que a prática de exercícios é necessária apenas para perder peso, mas desde início da existência do ser humano praticamos exercícios, antes para sobreviver e agora por uma questão estética. Mas, em resumo, o importante é praticá-lo e, sem dúvida, no momento em que você terminar de praticar um exercício sentirá uma grande melhoria.

Olhar para baixo

Certamente alguns do leitores se surpreenderão, mas os movimentos oculares também estão relacionados com nosso humor. Olhar para baixo é uma atitude relacionada com sentimentos negativos, por isso devemos fazer um teste e tentar olhar sempre para cima e não deixar os olhos fixos, e sim tentar olhar ao redor por onde passamos. Esse exercício é muito simples e não custa nada tentar.

Não tratar os conflitos internos

De acordo com alguns terapeutas, na maioria dos casos de depressão é preciso buscar a origem do problema, já que geralmente existe um conflito interno e o problema é quando o paciente ignora o conflito e espera que o tempo o esconda. Talvez pacientes com esse tipo de problema estejam fazendo algo que não querem fazer, ou tenham um acúmulo de raiva ou tristeza contida.
Para tratar essas questões emocionais é recomendável tentar a homeopatia e as flores de Bach, já que não tem contraindicações nem efeitos secundários e pessoas de qualquer idade podem fazer uso do medicamento.

Não se esqueça da natureza

Os desequilíbrios psíquicos são cada vez mais habituais e em pessoas mais jovens. Um dos fatores que podem influenciar nisso é a falta de contato com a natureza.
A cor verde é um equilibrante natural e os banhos de sol são imprescindíveis, especialmente quando não estamos bem.
Algumas pessoas intuitivamente sentem essa necessidade, mas na realidade todos necessitamos desse contato. Aqueles que vivem em cidades devem, pelo menos nos fins de semana, buscar os entornos naturais para relaxar.
Robertson Nature Reserve
Contato com a natureza pode evitar a depressão

Respiração

Atualmente respiramos o necessário para sobreviver, mas cada célula de nosso organismo necessita de oxigênio, por isso se não injetamos o oxigênio necessário no organismo nos submetemos a uma situação de estresse. É importante aprender a respirar corretamente, e para isso podemos realizar algum tipo de terapia (ioga, tai-chi, etc…)

Falta de contato com outras pessoas pode causar depressão

Uma pessoa com tendência a depressão costuma isolar-se e evitar o contato com outras pessoas, tanto as conhecidas como as mais próximas. Por isso deveremos lutar para recuperar esse contato, mesmo que inicialmente seja custoso.
Uma boa opção, por exemplo, é deixar que outras pessoas te apliquem massagens, seja um profissional ou um parente. Essa alternativa pode ser mais efetiva se usarmos óleos essenciais com propriedades para aumentar o ânimo como, por exemplo, os de orégano, lavanda, camomila, bergamota, gerânio, jasmim, limão, sândalo, tangerina, cidreira, laranja, neroli, petit Grain, toranja, sálvia, verbena de limão etc.
Depois de escolher o óleo que preferir é possível misturá-lo com seu creme hidratante e utilizá-lo diariamente.
Imagens oferecidas por John Loo, cwd1978 e 

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Depressão é uma doença psiquiátrica





















Depressão é uma doença psiquiátrica


Depressão é uma doença psiquiátrica, crônica e recorrente, que produz uma alteração do humor caracterizada por uma tristeza profunda, sem fim, associada a sentimentos de dor, amargura, desencanto, desesperança, baixa autoestima e culpa, assim como a distúrbios do sono e do apetite.

É importante distinguir a tristeza patológica daquela transitória provocada por acontecimentos difíceis e desagradáveis, mas que são inerentes à vida de todas as pessoas, como a morte de um ente querido, a perda de emprego, os desencontros amorosos, os desentendimentos familiares, as dificuldades econômicas, etc. Diante das adversidades, as pessoas sem a doença sofrem, ficam tristes, mas encontram uma forma de superá-las. Nos quadros de depressão, a tristeza não dá tréguas, mesmo que não haja uma causa aparente. O humor permanece deprimido praticamente o tempo todo, por dias e dias seguidos, e desaparece o interesse pelas atividades, que antes davam satisfação e prazer

A depressão é uma doença incapacitante que atinge por volta de 350 milhões de pessoas no mundo. Os quadros variam de intensidade e duração e podem ser classificados em três diferentes graus: leves, moderados e graves.

Causas
Existem fatores genéticos envolvidos nos casos de depressão, doença que pode ser provocada por uma disfunção bioquímica do cérebro. Entretanto, nem todas as pessoas com predisposição genética reagem do mesmo modo diante de fatores que funcionam como gatilho para as crises: acontecimentos traumáticos na infância, estresse físico e psicológico, algumas doenças sistêmicas (ex: hipotireoidismo), consumo de drogas lícitas (ex: álcool) e ilícitas (ex: cocaína), certos tipos de medicamentos (ex: as anfetaminas). Mulheres parecem ser mais vulneráveis aos estados depressivos em virtude da oscilação hormonal a que estão expostas principalmente no período fértil.
Sintomas
Além do estado deprimido (sentir-se deprimido a maior parte do tempo, quase todos os dias) e da anedonia (interesse e prazer diminuídos para realizar a maioria das atividades) são sintomas da depressão:
1) alteração de peso (perda ou ganho de peso não intencional); 2) distúrbio de sono (insônia ou sonolência excessiva  praticamente diárias); 3) problemas psicomotores (agitação ou apatia psicomotora, quase todos os dias); 4) fadiga ou perda de energia constante; 5) culpa excessiva (sentimento permanente de culpa e inutilidade); 6) dificuldade de concentração (habilidade diminuída para pensar ou concentrar-se); 7) ideias suicidas (pensamentos recorrentes de suicídio ou morte); 8) baixa autoestima, 9) alteração da libido. Muitas vezes, no início, os sinais da enfermidade podem não ser reconhecidos. No entanto, nunca devem ser desconsideradas possíveis referências a ideias suicidas ou de autodestruição.
Diagnóstico
O diagnóstico da depressão é clínico e toma como base os sintomas descritos e a história de vida do paciente. Além de espírito deprimido e da perda de interesse e prazer para realizar a maioria das atividades durante pelo menos duas semanas, a pessoa deve apresentar também de quatro a cinco dos sintomas supracitados. Como o estado depressivo pode ser um sintoma secundário a várias doenças, sempre é importante estabelecer o diagnóstico diferencial.
Tratamento
Depressão é uma doença que exige acompanhamento médico sistemático. Quadros leves costumam responder bem ao tratamento psicoterápico. Nos outros mais graves e com reflexo negativo sobre a vida afetiva, familiar e profissional e em sociedade, a indicação é o uso de antidepressivos com o objetivo de tirar a pessoa da crise.
Existem vários grupos desses medicamentos que não causam dependência. Apesar do tempo que levam para produzir efeito (por volta de duas a quatro semanas) e das desvantagens de alguns efeitos colaterais que podem ocorrer, a prescrição deve ser mantida, às vezes, por toda a vida, para evitar recaídas. Há casos de depressão que exigem a associação de outras classes de medicamentos – os ansiolíticos e os antipsicóticos, por exemplo – para obter o efeito necessãrio. Há evidências de que a atividade física associada aos tratamentos farmacológicos e psicoterápicos representa um recurso importante para reverter o quadro de depressão.
 Recomendações
* Depressão é uma doença como qualquer outra. Não é sinal de loucura, nem de preguiça nem de irresponsabilidade. Se você anda desanimado, tristonho, e acha que a vida perdeu a graça, procure assistência médica. O diagnóstico precoce é o melhor caminho para colocar a vida nos eixos outra vez;
* Depressão pode ocorrer em qualquer fase da vida: na infância, adolescência, maturidade e velhice. Os sintomas podem variar conforme o caso. Nas crianças, muitas vezes são erroneamente atribuídos a características da personalidade e nos idosos, ao desgaste próprio dos anos vividos;
* A família dos portadores de depressão precisa manter-se informada sobre a doença, suas características, sintomas e riscos.  É importante que ela ofereça um ponto de referência para certos padrões, como a importância da alimentação equilibrada, da higiene pessoal e da necessidade e importância de interagir com outras pessoas. Afinal, trancafiar-se num quarto às escuras, sem fazer nada nem falar com ninguém,está longe de ser um bom caminho para superar a crise depressiva.
Segundo levantamento feito pela OMS (Organização Mundial da Saúde), mais de 350 milhões de pessoas sofrem de depressão em todo o mundo, ou seja, pelo menos 5% da população.


Principalmente nesta quarta-feira (10/10/2012), quando é comemorado o Dia Mundial da Saúde Mental, esse é um alerta importante para a necessidade de incentivar os governos a implementarem tratamentos para combater o transtorno.
Apesar de haver terapia para a depressão, apenas metade das pessoas que sofrem com a doença recebe os cuidados de que necessitam. Casos de depressão leve podem ser tratados sem medicamentos, apenas com acompanhamento psicológico, mas, na forma moderada ou grave, geralmente os pacientes precisam de medicação.
A OMS define depressão como um transtorno mental comum, caracterizado por tristeza, perda de interesse, ausência de prazer, oscilações entre sentimentos de culpa e baixa autoestima, além de distúrbios do sono ou do apetite. Também há a sensação de cansaço e falta de concentração. A doença pode ser de longa duração ou recorrente. Na sua forma mais grave, pode até mesmo levar ao suicídio.

TESTE

DIAGNÓSTICO DE DEPRESSÃO  Depressão é a tristeza quando não acaba mais. É uma doença que ataca tão subrepticiamente, que a maioria dos que sofrem dela nem percebem que estão doentes. De cada dez pessoas que procuram o médico, pelo menos uma preenche os requisitos para o diagnóstico de depressão.
Do início insidioso, a depressão evolui continuamente para quadros que variam de intensidade e duração. Nos casos mais simples, a pessoa pode curar-se por conta própria em duas a quatro semanas. Passado esse período sem haver melhora, os especialistas recomendam atenção e tratamento, porque a depressão prolongada pode levar a suicídio e mortes por causas naturais. Para ajudá-lo a identificar os sintomas da depressão acompanhe o algoritmo abaixo, retirado da quarta edição do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-IV):
1) Durante o último mês, você esteve frequentemente chateado por se sentir deprimido e desesperançado?
2) Durante o último mês você esteve frequentemente chateado por sentir falta de interesse nas atividades?
Se a resposta foi não a ambas as perguntas, é pouco provável que você tenha depressão. Mas, se uma das respostas foi sim, esteja atento a outros sintomas da doença.
O diagnóstico de depressão requer a presença de cinco ou mais dos seguintes sintomas que incluam obrigatoriamente espírito deprimido ou anedônia, durante pelo menos duas semanas, provocando distúrbios e prejuízos na área social, familiar, ocupacional e outros campos da atividade diária.
1) Estado deprimido: sentir-se deprimido a maior parte do tempo, quase todos os dias;
2) Anedônia: interesse ou prazer diminuído para realizar a maioria das atividades;
3) Alteração de peso: perda ou ganho de peso não intencional;
4) Distúrbio de sono: insônia ou hipersônia praticamente diárias;
5) Problemas psicomotores: agitação ou apatia psicomotora, quase todos os dias;
6) Falta de energia: fadiga ou perda de energia, diariamente;
7) Culpa excessiva: sentimento permanente de culpa e inutilidade;
8) Dificuldade de concentração: habilidade frequentemente diminuída para pensar ou concentrar-se;
9) Idéias suicidas: pensamentos recorrentes de suicídio ou morte.
De acordo com o número de itens respondidos afirmativamente, o estado depressivo pode ser classificado em três grupos:
1) Depressão menor: 2 a 4 sintomas por duas ou mais semanas, incluindo estado deprimido ou anedônia;
2) Distimia: 3 ou 4 sintomas, incluindo estado deprimido, durante dois anos, no mínimo;
3) Depressão maior: 5 ou mais sintomas por duas semanas ou mais, incluindo estado deprimido ou anedônia.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Acabe com a irritabilidade, ansiedade e depressão

Acabe com a irritabilidade, ansiedade e depressão


Uma boa alimentação e a atividade física afetam a saúde de nosso cérebro, e por isso podem influenciar positivamente na hora de tratar estes problemas.
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A irritabilidade, ansiedade e depressão são os problemas de saúde mental mais comuns em nossa sociedade. Muitas vezes são sentidos como um complexo conjunto de desafios emocionais e funcionais. A ciência nos ajuda a compreender a conexão existente entre a mente e o corpo e vemos como a ansiedade e a depressão podem ser provocados por uma variedade de fatores.

Estes fatores podem ser de natureza nutricional, psicológica, física, emocional, ambiental, social, espiritual, bem como genética ou de doença cerebral. Enquanto que muitas vezes ouvimos falar de uma causa bioquímica, não está claro se o nível dos neurotransmissores é a causa real da irritabilidade, ansiedade e depressão, ou simplesmente um sintoma de que uma pessoa está ansiosa ou deprimida.

A irritabilidade, ansiedade e a depressão não são a mesma coisa, mas às vezes se apresentam juntas. Não é raro que as pessoas com depressão experimentem ansiedade e as pessoas com ansiedade a depressão, assim como a irritabilidade.


Melhorar a nossa saúde mental



Enquanto que a depressão e a ansiedade em geral se classificam como doenças mentais, é mais fácil pensar nelas como transtornos da saúde cerebral, o que está diretamente relacionado com a estrutura física e os mecanismos do cérebro, assim como os problemas emocionais e relacionais.
Esta perspectiva coloca em destaque a necessidade de cuidar do cérebro, o qual, igual aos outros órgãos do corpo, se vê afetado pelo nosso estilo de vida. Como tal,o que comemos, como nos movimentamos e a qualidade de nosso sono afeta o funcionamento de nosso cérebro. Além disso, a forma como administramos o estresse e outras emoções, a qualidade de nossas relações e as nossas motivações, tudo isso influencia em nossa saúde mental.

Sintomas da ansiedade e depressão




A ansiedade e a depressão nos impedem de desenvolver nossa vida de forma normal, alteram nossos hábitos e comportamentos, afetam nossas relações em geral, trabalho, família, companheiro(a) etc. Manifestam-se mediante sintomas que podem ser de origem física (como dor abdominal, pontadas, taquicardias, dificuldade para respirar, enjoos, tremores musculares, sudorese, cansaço etc.) Ou mental (como a irritabilidade, angústia, medo, fuga ou evitação). em geral, estes transtornos são produzidos por preocupações exageradas e reiteradas, assim como a dificuldade para nos adaptarmos às mudanças em nossa vida pessoal ou profissional.

10 ações para acabar com a irritabilidade, ansiedade e depressão

Começa a cuidar de seu cérebro com os seguintes conselhos:
1. Respira lentamente, a exalação lenta ajuda a relaxar o corpo.
2. Movimenta seu corpo.
3. Passe mais tempo em contato com a natureza.
4. Procure dormir um sono regular e reparador.
5. Passe mais tempo com o apoio de amigos e familiares.
6. Aceite a imperfeição.
7. Coma alimentos funcionais e beba muita água.
8. Medita (sentado(a) ou em movimento) ou reserva um tempo regular para a prática de auto-conhecimento.
9. Pratica o perdão consigo e com o outro.

10. Pratica  o agradecimento consigo e com o outro.

TEMAS: ANSIEDADE, DEPRESSÃO, IRRATABILIDADE


segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Tratamentos naturais para combater a depressão

Tratamentos naturais para combater a depressão

São tantos os fatores que influenciam em nosso estado de ânimo: a família, o parceiro, os amigos, o trabalho, a economia, nossa aparência, quão capazes ou incapazes nos sentimos. Em um determinado  momento não podemos suportar mais e começamos a descer ladeira abaixo. Parece que tudo vai dar errado sempre e nos sentimos sozinhos e tristes.     

Algumas pessoas se deprimem com mais facilidade que outras e recorrem a medicamentos que aliviam de certa forma, mas estão ignorando que estas drogas podem causar dependência e que existem outras maneiras de lidar com o problema e evitar torná-lo permanente. Siga lendo este artigo e conhecerá os melhores remédios naturais para tratar a depressão.

Por que nos deprimimos?

A depressão é um transtorno emocional e uma doença que se caracteriza pelo decaimento, pela tristeza profunda e pela infelicidade. Suas causas podem ser muito variadas, mas outras podem ser evitadas, preste atenção!
Alguns fatores desencadeantes da depressão:
  • Predisposição genética
  • Trauma por acidente, assassinato ou tragédia.
  • Morte de um ente querido
  • Estresse
  • Decepção sentimental
  • Transtorno por más notícias
  • Abuso de álcool
  • Consumo de drogas e outras substâncias tóxicas
  • Abuso psicológico
Como você viu, muitos fatores podem ocasionar a depressão, mas o importante é maneira como enfrentamos este momento, se você se deixar levar e não buscar soluções imediatas o dano pode ser permanente. As consequências sociais e pessoais vão desde a baixa autoestima, a falta de motivação e de apetite até a incapacidade para trabalhar e o suicídio. De fato, aspectos psicológicos negativos como altos níveis de estresse e a depressão profunda tendem a inibir o sistema imune, nos tornando propensos a sofrer infecções e inclusive câncer.
Mas, não se preocupe, existem muitas formas de tratar a depressão: psicoterapia, medicamentos, hipnose. Propomos a seguir sete remédios naturais que ajudarão no tratamento.

Remédios naturais para tratar a depressão

Remédio # 1: Comer bananas

Deprimido? Não tenha dúvida, o que você precisa é comer bananas habitualmente.A banana é a fruta do sistema nervoso e contém vitamina A, C e E e vitaminas do complexo B (B1, B2 e B12), assim como potássio, cálcio e fósforo. Nunca exagere no consumo da banana, posto que ela possui um alto conteúdo de sacarose (açúcar), mas se for incluída no café da manhã ou lanches, uma banana por dia estará contribuindo para elevar seu humor e controlando o estresse. 

Remédio # 2: Macerado de alho

Acredite ou não as substâncias tóxicas que acumulamos em nosso organismo influenciam em nosso estado emocional. Este remédio purifica e tonifica o corpo ajudando a prevenir e eliminar a depressão. Se você quiser prepará-lo, leia a seguir:
  • 150 gr de alhos frescos
  • Vinagre de maçã
  • Água mineral
  • 2 colheres de sopa de orujo (tipo de aguardente)
  • 150 gr de mel

Descasque os alhos e pique-os em pedaços. Coloque os em um recipiente de boca larga que possa ser fechada e cubra-os com o vinagre e a água, que devem ser adicionados em partes iguais. Adicione o orujo e o mel e feche o recipiente hermeticamente. Conserve em lugar fresco e escuro durante nove dias, mexendo a cada dia. Depois deste tempo, filtre o macerado utilizando um pano musselina ou linho e armazene em um recipiente hermético. 
Para se encher de energia vital você precisará tomar uma colher de sopa do produto antes de almoçar e outra antes de jantar. Verá a mudança!

Remédio # 3: Se delicie com o chocolate amargo

Diversos estudos científicos indicam que consumir o chocolate amargo todos os dias durante duas semanas reduz a concentração dos hormônios que causam estresse e depressão. Delicie-se com o chocolate e se deixe levar pela energia positiva.

Remédio # 4: Xarope de mamona e mel

Quando a melancolia e o desânimo estão presos em você, quando sentir que não possui mais energias, este xarope fará a diferença. É um regenerador que ativa o sistema imune e também tonifica as células. Para preparar o xarope precisará:
  • 5 pencas de mamona
  • 250 gr de mel
  • 2 colheres de whisky ou conhaque
Primeiro retire as espinhas da mamona, lave-as e extraia a polpa. Coloque o mel, o licor e a mamona no liquidificador e bata até obter uma bebida cremosa. Verta em recipiente esterilizado que deverá ser guardado em um lugar fresco. Tome o xarope três vezes por dia (uma colher antes de cada refeição). Ao final de uma semana, os resultados te surpreenderão.

Remédio # 5: Ativando com bolas de tênis

Da época dos faraós egípcios trazemos este remédio para aliviar a depressão e qualquer outro problema nervoso, ainda que seja claro que eles não utilizavam bolas de tênis. A ideia é ativar toda uma série de pontos energéticos que são encontrados na planta dos pés e influenciam no estado de humor. Para conseguir o tratamento, basta sentar em uma cadeira cômoda e com as plantas dos pés descalços pressione e mova uma bola de tênis. Se você realizar esta auto-massagem diariamente, rapidamente se sentirá ativo e otimista.

Remédio # 6: Reduza o consumo de açúcar

Às vezes é na mudança mais simples que achamos o remédio de nossos problemas. Por isso, aconselhamos a redução da ingestão de alimentos açucarados, posto que foi comprovado que facilitam a eliminação de vitaminas do complexo B. As vitaminas B9 e B12 influenciam diretamente no desenvolvimento e estabilização do sistema nervoso. Se você comer mais ovos, espinafre, cenouras, agrião, frutas e lácteos deixará a depressão.

Remédio # 7: Realize exercícios físicos

O sedentarismo é a base de muitos de nossos problemas: obesidade, infartos, depressão. Realizar exercícios físicos diariamente ajudará a liberar adrenalina e outros hormônios que influenciam em sua vitalidade. Você se sentirá alerta, animado e vital.

E para terminar

Lembre-se que muitos dos fatores que causam a depressão são dependentes de nós mesmo: se encha de amor próprio, aprecie as belezas que te rodeiam, desfrute de sua família, de uma caminhada, de um jantar com os amigos, aprenda com os erros e tente seguir em frente, se rodeie de c ores energéticas e de música. Crie um bom ambiente que ajude a recuperar sua mente, utilize estes remédios e não evite pedir ajuda caso necessário. Pensamento positivo que tudo tem solução

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