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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Existe mesmo o demônio devorador, migrador e destruidor?





Existe mesmo o demônio devorador, migrador e destruidor?

 estudos


Neste artigo, quero tratar de um assunto que é muito ensinado nas igrejas, onde a imaginação humana toma o lugar da hermenêutica no que diz respeito a interpretação de alguns textos. É o caso dos gafanhotos que está registrado em Joel 1:4, que diz – “O que ficou da lagarta, o gafanhoto o comeu, e o que ficou do gafanhoto, a locusta  o comeu, e o que ficou da locusta , o pulgão o comeu". Em algumas traduções os termos lagarta, gafanhoto, locusta e pulgão são substituídos por; cortador, migrador, devorador e destruidor. Estes insetos, na interpretação de alguns teólogos sofrem uma espécie de metamorfose diabólica, onde os mesmos se transformam em terríveis demônios e que só existe um meio de combatê-los, é o pagamento de indulgencias na forma de dizimo e ofertas, e quanto maior a paga maior sera sua benção.

O devorador, segundo os pastores neopentecostais e pentecostais afirmam, e também muitos cristãos influenciados e ensinados por estes pastores, é um tipo de "demônio" que devora as finanças e causa os mais variados tipos de prejuízos em diversas áreas da vida do cristão que não dizima ou é infiel nos dízimos e ofertas. Este tipo de demônio, dizem eles, nem a oração têm o poder de repreendê-lo, porém, somente o dízimo pode neutralizar o seu poder contra os cristãos. Os que creem no “demônio devorador” utilizam como base para a existência destes um texto muito conhecido de todos, a saber, Malaquias 3.10-12 em paralelo com Joel 2.25-27. Senão vejamos:

Malaquias 3.10-12 
"Trazei todos os dízimos ao tesouro do templo, para que haja mantimento “na minha casa” [“no templo” ênfase minha], e provai-me nisto, diz o Senhor dos exércitos, e vede se não vos abrirei as janelas do céu e não derramarei sobre vós tantas bênçãos, que não conseguireis guardá-las. Por vossa causa também repreenderei “a praga devoradora” [ou o devorador ARA], e ela [ou o devorador ARA] não destruirá os frutos da vossa terra, nem as vossas videiras no campo perderão o seu fruto, diz o Senhor dos exércitos. E todas as nações vos chamarão bem aventuradas; pois a vossa terra será aprazível, diz o Senhor dos exércitos." (Almeida Século 21)

Joel 2.25-27
"Assim vos restituirei os anos consumidos pelo “gafanhoto” migrador, pelo assolador, pelo destruidor e pelo cortador, meu grande exército que enviei contra vós. Comereis à vontade e vos fartareis, e louvareis o nome do Senhor vosso Deus, que agiu em favor de vós de maneira maravilhosa; e o meu povo nunca será envergonhado. Vós sabereis que eu estou no meio de Israel e que eu sou o Senhor vosso Deus, e não há outro; e o meu povo nunca mais será envergonhado." (Almeida Século 21)

Antes, porém, de analisarmos exegeticamente estes dois textos em pauta e chegarmos celeremente à conclusão, é essencial e de suma importância para obtermos uma logre compreensão do tema entendermos, ainda que em um breve resumo, o contexto do livro de Malaquias e Joel.

O profeta Malaquias surgiu no cenário de Israel num tempo em que imperava a tepidez espiritual. Israel estava desmotivado e em profundo desânimo. E por que? Acerca disso, Augustus Nicodemus Lopes, escreve:

"Fazia cerca de 100 anos que os judeus tinham regressado do cativeiro. Deus havia mandado o povo de Israel para o exílio, por volta de 600 ou 500 a.C, em razão reiterada idolatria e falta de arrependimento. (...)

Parte do povo foi para o Egito, outra se dispersou e muitos outros morreram. Durante 70 anos, o povo permaneceu cativo na Babilônia.
Tempos depois Deus trouxe de volta [o povo] à terra prometida. Esse período está registrado nos livros de Esdras e Neemias, dois homens levantados por Deus para liderar o retorno da nação à terra prometida. Porém, nem todos regressaram; parte do povo ficou na Babilônia; outra permaneceu no Egito. Mas um grande contingente voltou para a terra de Israel...


Quando regressaram, os judeus pensavam ter chegado o tempo do cumprimento das grandes promessas que os profetas de Israel haviam feito. Isaías, Ezequiel e Jeremias profetizaram um tempo maravilhoso para o povo de Deus após a restauração, e o povo acreditava que aquele seria o tempo em que essas promessas se cumpririam.

Só que cem anos se passaram desde a volta do cativeiro, e as coisas não estavam acontecendo conforme a expectativa. Promessas tinha sido feitas, mas a realidade não estava de acordo com elas. (...) Por meio dos profetas o Senhor prometera uma grande restauração de seu povo na terra, mas somente parte dele retornou da Babilônia. Os profetas haviam mencionado um período de paz, mas eles ainda estavam cercados por inimigos".[1]
 

Sendo assim, a dedicação e o amor para com Deus havia se esvaído do coração do povo (1.1-5). Os sacerdotes estavam corrompidos (1.6 – 2.9). O povo havia se casado com mulheres estrangeiras que cultuavam deuses pagãos (2.10-15; Ed 9 – 10; Ne 13.23-27). Estavam cometendo injustiças sociais (3.5; Ne 5.1-13). E, finalmente, vemos a infidelidade do povo para com Deus retendo os dízimos e as ofertas (3.6-12; Ne 13.10-14). Augustus Nicodemus Lopes ainda diz que os cultos a Deus viraram mero formalismo, rituais mecânicos e sem vida. O coração do povo não estava mais neles. Cada um dava prioridade a seus assuntos pessoais, em vez de se dedicar a terminar a reconstrução do templo e prestar culto a Deus.[2]


Não obstante, Joel, por sua vez, um dos mais antigos profetas do Antigo Testamento, aparece em meio a um período de seca prolongada em Judá durante o reinado do rei Joás, provavelmente por volta do ano 835-796 a.C,. 


Todavia, uma grande invasão de gafanhotos destruiu quase toda a plantação que havia na Terra Prometida, afetando toda a terra, resultando, assim, numa grave crise econômica (1.7-20), o que afetou o Reino do Sul deixando-o muito enfraquecido economicamente. Entretanto, esse desastre natural enviado por Deus e executado pelos gafanhotos, serviu para Joel de ilustração a despeito do cerne de sua mensagem, ou seja, o castigo de Deus em virtude dos pecados dos sacerdotes e do povo (2.1-17).


Contudo, é bem possível que, assim como o povo de Israel na época de Malaquias, a causa do castigo de Deus ao povo de Judá foi também devido à tepidez espiritual. O profeta Joel convoca este povo que havia deixado de amar a Deus acima de tudo para um sincero arrependimento descrito em (2.13).

Portanto, entendido um pouco do contexto da mensagem de Malaquias e Joel, resta-nos saber, então, o que é o devorador, se é uma espécie de “demônio” que atua causando prejuízos na vida daquele que não dizima e se existe mesmo este “demônio”. O “devorador” (ARA, ARC), ou a “praga devoradora” (Almeida Século 21), ou ainda as “pragas” (NVI), é simplesmente a descrição de um inseto chamado gafanhoto! Existem alguns tipos de gafanhotos nos quais o profeta Joel descreve. Senão vejamos:

1) O Cortador (gazam) é um tipo de gafanhoto que se instala ou habita na plantação. Ele destrói uma parte dos frutos apenas. Sendo assim, o agricultor na época da colheita sofre certo prejuízo financeiro perdendo uma parte dela que fica imprópria para o consumo alimentar. 1) Gazam (traduzida como gafanhoto cortador). Essa palavra hebraica só aparece de novo em Am 4,9: “Feri-vos com crestamento e ferrugem; a multidão das vossas hortas, e das vossas vinhas, e das vossas figueiras, e das vossas oliveiras, foi devorada pela locusta (gazam); contudo não vos convertestes a mim, diz o Senhor”. Da raiz “gazar” – cortar. O verbo aparece em 2 Rs 6,4 – “e, chegando eles ao Jordão, cortavam [do verbo gazar] madeira”.

2) O Migrador (arbeh), diferente do cortador que habita nas plantações, é um tipo de gafanhoto que voa em bando por diferentes lugares e que aparece de repente na plantação destruindo mais a colheita aumentando mais o prejuízo do agricultor. 2) 'arbeh (traduzido como gafanhoto migrador). Ocorre mais de vinte vezes na Bíblia. É um dos insetos que o livro de Levítico (Lv 11,22) permite comer. “Deles, comereis estes: a locusta ('arbeh), segundo a sua espécie...”.

3) O Devorador ou Infestante (jelek), por sua vez, é o tipo mais devastador de gafanhoto que, assim como o migrador, voa também em bando que chega a cobrir o céu dando o aspecto de tempo fechado. Esta nuvem, contudo, é composta de muitos gafanhotos que, quando pousa sobre uma plantação, infesta e a destrói quase que por completo em cerca de meia hora, apenas, levando o agricultor a ter mais prejuízos, pois não se dá para aproveitar muita da colheita. 3) yekeq (traduzido por devorador). Menos de dez ocorrências, como em Jr 51,14.
“Jurou o SENHOR dos Exércitos por si mesmo, dizendo: Encher-te-ei certamente de homens, como de gafanhotos (yekeq), e eles cantarão sobre ti o eia! dos que pisam as uvas”.

4) O Destruidor (chasel), por fim, é o tipo de gafanhoto que possui o maior poder de destruição. Quando uma plantação sofre o ataque destes insetos, ela é completamente destruída levando o agricultor praticamente ou quase à falência. 4) hasiyl (traduzido por destruidor). Larva de gafanhoto ou alguma praga que atingia a lavoura, cf. 1 Rs 8,37.
“Quando houver fome na terra ou peste, quando houver crestamento ou ferrugem, gafanhotos e larvas (hasiyl)...”.

O ataque de gafanhotos literais que Judá sofreu na época do profeta Joel foi o castigo de Deus! Conforme vimos anteriormente, esta nação havia pecado gravemente contra o Senhor, e o castigo que resultou numa assoladora crise econômica de toda a nação era o meio de Deus levar o povo ao arrependimento de seus pecados e a se voltar para ele. Este mesmo entendimento se aplica também no caso de Malaquias, onde o povo de Israel que sobrevivia da agricultura, pois era a profissão de praticamente todos eles, também sofreu financeiramente com a praga de gafanhotos devoradores.

Portanto, a ideia de que existe um demônio chamado devorador é uma falácia criada no laboratório das heresias! 

Embora não vemos nenhuma menção que o devorador seja um demônio nos evangelhos por Jesus e nas cartas por Paulo, Pedro, João, Tiago, Judas e Hebreus, todavia, o pastor ou pregador equivocado que ensina sobre o devorador, além de ser ganancioso e um tipo de estelionatário religioso, também engana o povo de Deus ensinando eles a contribuírem financeiramente na igreja por medo do devorador e por ganância (o que é pecado) de receber de Deus bênçãos financeiras duplicadas ou outras bênçãos quaisquer (1Tm 6.6-11; Mt 6.19-21).


O devorador não é um demônio que causa prejuízos financeiros na vida daquele que é infiel nos dízimos e nas ofertas, mas, simplesmente, um inseto [gafanhotos] de acordo com as Escrituras que Deus utilizou para executar o seu juízo disciplinador sobre o seu povo que estava vivendo em pecado.


Deus, indubitavelmente, utiliza meios para nos disciplinar e nos levar ao arrependimento ainda hoje quando não estamos vivendo a vida que ele requer de nós, quer seja uma doença, uma crise financeira ou no casamento, a morte de um ente querido dentre outras coisas.


A disciplina é simplesmente o cuidado e o amor de Deus para com os seus filhos (veja Hb 12.4-14). Portanto, não existe o devorador, mas, sim, o falso pastor enganador que é o próprio devorador financeiro dos incautos!

Mateus 7.15 -
"Cuidado com os falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em pele de ovelha, mas interiormente são lobos DEVORADORES (Almeida Século 21)



fonte (Aqui )

Notas:
[1] Augustus Nicodemus Lopes. O Culto Espiritual, pág 11-12.
[2] Ibid, pág 13-14.
[3] Hernandes Dias Lopes. Malaquias, pág 103.
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o demônio mora no vaticano, confirma exorcista oficial da igreja.

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intrigas, abuso, satanismo e mortes dentro do vaticano

A renuncia do papa Bento 16 pode revelar uma disputa de poder interna que irá rachar a Igreja Católica.

Demônio está no Vaticano, diz exorcista oficial da Igreja
De acordo com a revista Veja o exorcista oficial da Igreja Católica, o padre Gabriele Amorth, se pronunciou sobre as recentes notícias do Vaticano dizendo que o demônio está instalado na Igreja.


Amorth que trabalha com exorcismo há 25 anos garante que há sinais de que o anti-Cristo está vencendo a batalha contra a Santa Sé e diz também que
 “há cardeais que não acreditam em Jesus e bispos que estão ligados ao demônio”. ILLUMINATS ?

O padre italiano de 85 anos garante que os casos de pedofilia cometidos por líderes católicos é obra do demônio. “O demônio mora no Vaticano e você pode ver as consequências disso”.

“Ele pode se esconder, ou falar diversas línguas, ou até aparecer para ser solidário”, diz Amorth sobre o demônio.


A renúncia do papa Bento 16 pode revelar uma disputa de poder dentro da Igreja, jornais internacionais afirmam que o cardeal Tarcísio Bertone comanda um governo paralelo que resiste aos planos de Joseph Ratzinger que passou a se sentir isolado pelos seus ex-aliados.

O porta-voz da Igreja, Federico Lombardi, diz que o papa é realista e tem conhecimento dos problemas e dificuldades da Igreja e que a renúncia “foi um ato de humildade, sabedoria e responsabilidade”.

Bento 16 ficará no cargo até o dia 28 de fevereiro e o conclave irá eleger seu sucessor apenas depois do dia 15 de março.

veja as matérias e escândalos e fique por dentro do real motivo da saída do papa aqui:


link 1: Papa Bento 16 Tem 12 Meses de Vida

link 2: Escândalo no Vaticano: Porta-voz Denuncia Vazamento de Documentos

link 3: O fim do mundo virá após a morte do Papa Bento XVI,acreditam os Católicos.
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O que tem haver Pedro, o papa e israel?

      

 O que tem haver Pedro, o papa e israel?


Iniciou-se pela tarde o conclave de 115 cardeais para a escolha do "266º papa." Temos sido literalmente bombardeados com a ideia transmitida pelos ignorantes da media e manipulada pelo Vaticano de que se vai escolher o "sucessor de S. Pedro", ou aquele que se vai sentar na "cadeira ou trono de S. Pedro" e outros disparates afim. Tal como acontecia com Hitler, "uma mentira contada muitas vezes passa por ser verdade."


Não que a verdade precise de ser defendida, mas precisa de ser pelo menos proclamada! Pergunta o meu paciente leitor(a): e o que é que a eleição do chefe do Vaticano tem a ver com Israel? Ou o que é que essa questão de quem foi o primeiro papa?
A minha resposta é simples:tem tudo a ver.
Primeiro, porque o papa é um chefe religioso, mas mais ainda um líder político de grande influência mundial. Daí a preocupação dos últimos chefes do Vaticano em visitarem Israel, tentando demonstrar uma amizade para com o povo judeu, numa rota incontornável de papel de falso profeta, tão importante para suporte do Anticristo. Em suma, não tenho dúvidas de que o próximo homem a sentar-se como líder do Vaticano continuará a desempenhar um papel de aproximação aos judeus e aos muçulmanos. É um caminho inevitável.

Mas, em segundo lugar, é importante que separemos o
"aproveitamento católico romano" da figura do grande líder
na Igreja em Jerusalém que foi Pedro, da absurda afirmação de que ele foi o "primeiro papa", ou seja: "pai da Igreja". Alguns argumentos bastarão para derrubar por completo esta mentira que a Igreja Católica Romana tem andado a propagar há séculos:

1º - NÃO HÁ QUALQUER REGISTO BÍBLICO DE QUE PEDRO TENHA ESTADO EM ROMA
Percorrendo todo o Novo Testamento, nunca encontraremos qualquer alusão a Pedro ter estado ou até de pensar estar em Roma. O apóstolo Paulo, esse sim, esteve em Roma nos últimos anos da sua vida, sabendo-se por certo que ali foi preso e degolado. Nas suas cartas escritas de Roma, Paulo menciona vários irmãos e irmãs, companheiros de ministério e até de prisão, mas nunca menciona Pedro (Colossenses 4:7-14; 2 Timóteo 4:9-12, 21). Quando Paulo escreve aos cristãos romanos, menciona o nome de mais de 28 crentes, mas nunca Pedro (Romanos 16).

O grande "historiador" da História inicial da Igreja cristã, o evangelista Lucas, certamente amigo de Pedro, menciona a presença deste em várias localidades, como Jerusalém (Actos 8:1), Samaria (Actos 8:25), Lida (Actos 9:32), Cesaréia (Actos 10:1), Jope (Actos 10:5), Antioquia (Gálatas 2:11), e outros, mas nunca em Roma!
Se como os católicos romanos afirmam, Pedro tivesse sido bispo em Roma durante 25 anos, como seria possível Lucas jamais mencionar isso na História da Igreja, para não falar do apóstolo Paulo nas suas cartas?

2º - PEDRO NUNCA FOI O "FUNDAMENTO" OU "PAI" DA IGREJA - NEM ACEITOU TAL TÍTULO OU POSIÇÃO
A Bíblia é bem clara que o fundamento da Igreja é Cristo, e só Ele! "Ninguém pode lançar outro fundamento além do que já foi posto, o qual é Cristo Jesus" (1 Coríntios 3:11).
Pedro foi um importante líder na Igreja em Jerusalém, mas não era mais importante do que João e Tiago, também considerados "colunas" na Igreja (Gálatas 2:9). Portanto a ideia católica romana da supremacia de Pedro sobre os demais é completamente errada.


3º PEDRO PODERÁ TER SIDO CRUCIFICADO EM ROMA COMO MÁRTIR, MAS NUNCA COMO BISPO DE ROMA


Fontes extra-bíblicas posteriores ao 3º século indicam que Pedro poderá ter ido a Roma nos últimos dias da sua vida, tendo depois sido crucificado. Ainda que tal tenha acontecido, isso não tem nada a ver com a ideia de ele ter sido bispo de Roma durante 25 anos.

Segundo a maior "autoridade" na História da Igreja primitiva, Eusébio, Pedro no final da sua vida terá chegado a Roma, sendo aí crucificado de cabeça para baixo: "Pedro, segundo parece, pregou no Ponto, na Galácia e na Bitínia, na Capadócia e na Ásia, aos judeus da diáspora; por fim chegou a Roma e foi crucificado com a cabeça para baixo, como ele mesmo pediu para sofrer." (História Eclesiástica, Livro III, 1:2).

Outro respeitado "pai" da Igreja, o teólogo Orígenes, também escreve: "Pedro, finalmente tendo ido para Roma, lá foi crucificado de cabeça para baixo."

Lactâncio (240 - 320 d.C.) escreveu também o seguinte, confirmando os relatos de Eusébio e Orígenes: "Seus apóstolos eram nesse tempo em número de onze, os quais agregaram Matias, no lugar de Judas o traidor, e em seguida Paulo. Depois se dispersaram através de toda a terra pregando o Evangelho, como o Senhor e Mestre lhes havia ordenado; durante 25 anos até ao início do reino do imperador Nero, eles se ocuparam em assentar as bases da Igreja em cada província e cidade. E enquanto Nero reinava, o apóstolo Pedro veio a Roma." (Carta a Donatus - A maneira pela qual os os perseguidores morreram, cap. II).

Sabe-se que Nero começou a reinar em Roma em 54 d.C., reinando até ao ano 68. O ano provável da morte de Pedro foi 67 d.C., pelo que tendo sido bispo em Antioquia, nunca poderia ter sido bispo de Roma durante 25 anos. 

Tertuliano, outro reconhecido "pai" da Igreja, também apoia esta tese: "Nero foi o primeiro a banhar no sangue o berço da fé. Pedro, então, segundo a promessa de Cristo, foi por outrem cingido quando o suspenderam na cruz."(Scorp., cap. 15).

4º- AS ALUSÕES DOS "PAIS DA IGREJA" A PEDRO COMO BISPO LIGAM-NO A ANTIOQUIA E NUNCA A ROMA
O credível historiador da Igreja Eusébio, ele próprio um dos "pais" da Igreja refere-se ao episcopado de Pedro em Antioquia e não em Jerusalém: "Ao mesmo tempo adquiriram notoriedade Papias, bispo da Igreja de Hierápolis, e Inácio, o homem mais célebre para muitos ainda hoje, segundo a obter a sucessão de Pedro no episcopado de Antioquia." (História Eclesiástica, Livro III, 36:2).


5º - O PRIMEIRO BISPO EM ROMA FOI LINO, E NÃO PEDRO

Segundo o historiador da Igreja Eusébio, Lino foi o primeiro bispo na Igreja em Roma: "Depois do martírio de Paulo e de Pedro, Lino foi designado como primeiro bispo de Roma. Ele é mencionado por Paulo quando escreve de Roma a Timóteo, na despedida ao final da carta." (História Eclesiástica, Livro III, 2:1).
Se Paulo foi o primeiro apóstolo a chegar a Roma (em 61-62 d.C.), e não foi bispo de Roma, muito menos "papa", Pedro, que terá chegado depois dele e foi martirizado nunca o poderia ser. 
Segundo a História Eclesiástica de Eusébio - obra clássica que todos aceitam como fidedigna - o primeiro bispo de Roma foi Lino, o segundo foi Anacleto, e o terceiro foi Clemente (mencionado por Paulo): "Paulo também atesta que Clemente - instituído terceiro bispo da Igreja de Roma - foi seu colaborador e companheiro de luta." (H.E.,  Livro III, 4:9).

6º - PEDRO NUNCA ACEITOU SER SUPERIOR AOS DEMAIS APÓSTOLOS


Pedro nunca imaginou, muito menos aceitaria ser chamado de "papa", ou seja, pai da Igreja. Pelo contrário, aquele a quem Jesus denunciou como sendo "homem de pequena fé", e "pedra de tropeço", nunca de sobrepôs aos demais líderes na Igreja do seu tempo (Tiago e João).

Entre muitos casos relatados em Actos dos Apóstolos, o mais evidente será o próprio primeiro concílio da Igreja, em Jerusalém, em que Pedro não teve qualquer primazia, mas, pelo contrário é referido que a decisão do concílio foi tomada pelos "apóstolos, anciãos e toda a Igreja" (15:22). 
Quando ele se apresenta nas suas cartas às Igrejas, ele apenas se identifica como "apóstolo" (1 Pedro 1:1) e como "servo" (2 Pedro 1:1), tal como os demais apóstolos fizeram, nada acima disso. Ele considera-se "presbítero entre presbíteros" (1 Pedro 5:1).



7º - PEDRO DECLAROU QUE O FUNDAMENTO DA IGREJA - A "PEDRA" - É CRISTO

Na sua carta, ele indica claramente Cristo, e não ele, como a "pedra viva" sobre a qual a Igreja está assentada. Pelas Escrituras entendemos que o único e verdadeiro "Sumo Pontífice" é Jesus, pois só Ele é o sumo e perfeito sacerdote, exercendo um "sacerdócio permanente". O próprio Pedro escreve que Jesus é o "Sumo Pastor".

A Igreja Católica Romana tem tentado distorcer a verdade bíblica e a realidade histórica de forma a promover o "papado" e a proeminência de Roma, dessa forma violando os desígnios de Deus e falhando completamente no conceito do que é a verdadeira Igreja e sua liderança. 

Só no século IV é que a Igreja em Roma começou a "exigir" primazia sobre as demais, dando origem ao "papado". Devemos no entanto lembrar que nessa altura já a Igreja se encontrava completamente dominada pela lutas de poder e pela política. Já era uma "igreja" em rota desviante da verdadeira fundada por Jesus e sobre a qual Pedro, Tiago, João, Paulo e os demais apóstolos foram edificados.

Shalom! 




fonte: Shalom Israel

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Descoberta arqueológica pode solucionar “enigma” bíblico







Siló, antiga capital de Israel, foi destruída por um incêndio.



Descoberta arqueológica pode solucionar “enigma” bíblico

Achados arqueológicos recentes podem comprovar que a cidade de Siló, antiga capital de Israel, foi destruída por um grande incêndio. Essas descobertas na região central de Israel desvendariam o mistério envolvendo a ruína dessa cidade mencionada no Antigo Testamento.

Fragmentos de um jarro de barro foram descobertos em meio a uma camada de cinzas avermelhadas. Esse é um forte indício para resolver definitivamente o enigma milenar sobre como a cidade foi destruída. Em Siló, o Tabernáculo foi colocado durante o período conhecido como “dos juízes”. O local serviu como capital de Israel e centro espiritual por 369 anos, até a sua destruição.

Após ser saqueada pelos filisteus deixou de ser a capital. A área continuou sendo habitada até 722 a.C., quando a Assíria invadiu o Reino de Israel. Atualmente, na região fica a cidade de Rosh Ha’ayin.



As Escrituras não relatam como foi o fim de Siló, mas essas descobertas comprovam que um incêndio arrasou o local. A datação do jarro aponta para o ano 1.050 A.C., que coincide com a data dos eventos descritos no livro de Samuel.

Avital Selah, diretor do sitio arqueológico de Tel Siló, disse à Agência de Notícias Tazpit que as teorias levantadas durante a escavação são semelhantes ao que se cogitou 30 anos atrás, quando restos de comida descobertos no local também apontavam para o ano 1.050 aC.

O livro bíblico de 1 Samuel

Narra a batalha entre filisteus e israelitas, quando a Arca da Aliança foi capturada. O livro de Jeremias e alguns Salmos confirmam que Siló foi destruída pouco depois pelos filisteus. Os estudos dos arqueólogos devem ser publicados em breve  comprovando como aconteceu e pondo fim ao mistério milenar. Com informações Huffington Post e Israel National News.


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"Alá deu Israel aos Judeus e não existe palestina no corão"

"Alá deu Israel aos Judeus e não existe palestina no corão"




Alá prometeu Israel aos judeus - assim afirma o sheikh Ahmad Adwan, um professor muçulmano que vive na Jordânia, que declarou recentemente na sua página no facebook que a "Palestina" não existe.


O blogueiro "Elder of Ziyon" traduziu fontes noticiosas árabes que comentaram as afirmações de Adwan no passado Sábado, segundo as quais ele cita o Corão - livro sagrado dos muçulmanos - e onde alegadamente diz que Alá designou Israel aos judeus até ao dia do juízo final (Sura 5, verso 21), e que os judeus são os herdeiros de Israel (Sura 26, verso 59).


"Digo àqueles que distorcem...o Corão; de onde é que vocês foram buscar o nome Palestina, seus mentirosos, seus amaldiçoados, quando Alá já lhe deu o nome de "Terra Santa" e deu-a em testamento aos Filhos de Israel até ao dia do Juízo Final?" 
- protestou Adwan - "Não existe nada de "Palestina" no Corão."


"A vossa reivindicação da Terra de Israel é uma falsidade e constitui um ataque ao Corão, aos judeus e à sua terra. Por isso não ireis ser bem sucedidos, e Alá não vos irá atender, antes vos humilhará, porque Alá é aquele que os protege" - avisou Adwan.

O sheik teve ainda outras palavras duras contra os "palestinianos", apelidando-os de "assassinos de crianças, idosos e mulheres" ao utilizá-los como escudos humanos de forma a acusar falsamente os judeus de os atacarem. O sheik relatou ter visto a mesma táctica utilizada por "palestinianos" contra o exército jordano nos anos 70.
"Este é o hábito e prática deles, uma crueldade, tendo corações de pedra para com os seus filhos, e mentindo à opinião pública para obter o seu apoio" - declarou Adwan.

Adwan tinha afirmado já anteriormente que o seu apoio ao povo judeu "vem do meu reconhecimento da sua soberania sobre a sua terra e da minha crença no Corão que nos diz e enfatiza em várias partes, como nesta sua (Alá) declaração: "Ó povo (i.e. os filhos de Israel), entrai na Terra Santa que Alá vos tem destinado." (Sura 5, verso 21).

Segundo Adwan, os judeus são um povo pacífico: "Se eles forem atacados, defendem-se, causando o menos possível de estragos aos atacantes. É para eles uma honra Alá tê-los escolhido sobre os mundos - significando sobre os povos e sobre os Jinns (criaturas espirituais) até ao Dia do Julgamento...Quando Alá os escolheu, fê-lo pela sua amabilidade, e não foi injusto para com outros povos; é só que eles (os judeus) mereceram isso."




Shalom, Israel!

'Não há fogo no inferno, Adão e Eva não são reais', diz o Papa Francisco

'Não há fogo no inferno, Adão e Eva não são reais', diz o Papa Francisco


O artigo“Não há fogo no inferno, Adão e Eva não são reais”, diz Papa Francisco foi retirado de um site espanhol na qual a fonte encontra-se no final do texto. Me surpreende algumas atitudes desse Papa. Não é de hoje que ele gera polemica com suas revelações.  Colocarei os texto do artigo e da minha opinião em cores diferentes para melhor compreensão.

Artigo traduzido:
Um homem que está lá para abrir muitos “segredos ” antigos na Igreja Católica é o Papa Francisco. Algumas das crenças que são realizadas na igreja, mas que são contra a natureza amorosa de Deus, estão sendo revistas pelo Papa, que foi recentemente nomeado o ‘Homem do Ano‘ pela revista TIME .

Em suas últimas revelações, o Papa Francisco disse:


” Por meio da humildade , da introspecção e contemplação orante ganharam uma nova compreensão de certos dogmas . A igreja já não acredita em um inferno literal , onde as pessoas sofrem . Esta doutrina é incompatível com o amor infinito de Deus. Deus não é um juiz , mas um amigo e um amante da humanidade. Deus nos procura não para condenar, mas para abraçar . Como a história de Adão e Eva , nós vemos o inferno como um artifício literário . O inferno é só uma metáfora da alma exilada (ou isolada), que, como todas as almas em última análise, estão unidos no amor com Deus. “



Pelo menos o papa falou de lendas criadas para ter respostas humanas para o fim com medo ou o inicio do erro. Já se sabe que o gênesis é uma compilação de outra lendas de outros povos.


Em um discurso poderoso que está repercutindo em todo o mundo , o Papa Francisco declarou:


” Todas as religiões são verdadeiras ,porque elas são verdadeiras nos corações de todos aqueles que acreditam nelas. Que outro tipo existe realmente ? No passado , a igreja considerava muitas coisas como pecado que hoje já não são julgadas dessa maneira . Como um pai amoroso, nunca condena seus filhos. Nossa igreja é grande o suficiente para heterossexuais e homossexuais , por pró-vida e pró- escolha! Para os conservadores e liberais , até mesmo os comunistas são bem-vindos e se juntaram a nós . Todos nós amando e adorando o mesmo Deus . “Nos últimos seis meses , os cardeais, bispos e teólogos católicos têm debatido na Cidade do Vaticano sobre o futuro da Igreja e da redefinição das doutrinas católicas e seus dogmas.”
 E disse que não há problema em ser gay e que Ele também gosta de tal pratica porque isso já acontecia desde o tempo antigo.

Acho que ele emendou 2 assuntos controverso mas com a noticia do primeiro sobre a homossexualidade para encobrir um erro grave no passado, a união da igreja com o nazismo. 


O Terceiro Conselho do Vaticano com o Papa Francisco concluiu anunciando que …

O catolicismo é uma religião agora “moderno e razoável , que passou por mudanças evolutivas. Hora de deixar toda intolerância. Devemos reconhecer que a verdade religiosa evolui e muda .A verdade não é absoluta ou imutável. Mesmo ateus reconhecem o divino. Através de atos de amor e caridade ateu reconhece Deus , bem como, redime a sua alma , tornando-se um participante ativo na redenção da humanidade. “

Ele errou ai, a verdade sempre é absoluta e imutável, a diferença que a igreja nunca pregou ela, por isso mudou a "verdade" deles,  por isso extingue. Ele também demostra que a obra é melhor que a graça de cristo, mesmo que não aceite e nem conheça a cristo, é possível ter a redenção e justificação.


A declaração sobre o discurso do Papa enviou os tradicionalistas a um ataque de confusão e histeria .



” Deus está mudando e evoluindo como nós somos,
 porque Deus habita em nós e em nossos corações. Quando espalhar o amor e bondade no mundo , nós reconheceremos nossa divindade . A Bíblia é um livro sagrado bonito, mas como todas as grandes obras antigas,

algumas passagens estão desatualizadas. Algumas passagens chamam mesmo para intolerância ou julgamento. É o tempo de ver estes versos como interpolações posteriores , contra a mensagem do amor e da verdade , caso contrário, irradiando através da Escritura chegou. Com base em nossa nova compreensão , vamos começar a ordenar gays e mulheres como cardeais, bispos e sacerdotes. No futuro , é minha esperança de que , um dia , um papa feminino não permita que qualquer porta que está aberta para um homem seja fechada para uma mulher.

Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos.Malaquias 3:6

Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente. Hebreus 13:8

"Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação." (Tiago 1:17)

Sobre passagens desatualizadas ou estão sendo mau interpretadas? 

Alguns cardeais da Igreja Católica são contra as recentes declarações do Papa Francisco.

Acredito que se continuar dessa forma logo esse Papa abrir mais coisas que estão ocultas a séculos! Falando sério, ele já revelou outras opiniões polemicas que a própria igreja logo desmentiu, dizendo não ser essa a verdade. Mas dessa vez será que vamos ter outra retratação ou realmente havará mudanças nos dogmas católicos?


Outro ponto de vista que tenho em relação a declaração dele referente a alguns versos da Biblia não serem literais, causa não só uma mudança de paradigma, mas uma possível descredibilidade da própria história apresentada ali. 



fonte: rede de esgoto de televisão
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