RESGATANDO O CARÁTER RELEVANTE DA IGREJA .
“Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens. Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte. E, também, ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma vasilha. Pelo contrário, coloca-a no lugar apropriado, e assim ilumina a todos os que estão na casa. Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus” (Mateus 5.13-16).
Dizem que a população evangélica cresceu largamente nos últimos anos no Brasil.Entretanto, o impacto social tem sido cada vez menos significativo, revelando assim uma espiritualidade sem relevância. Enquanto isso, os pastores, bispos, apóstolos e outras sumidades evangélicas continuam fazendo o show com mensagens humanistas, triunfalistas e de auto-ajuda para uma plateia cada vez mais sedenta por mais e mais bençãos (prosperidade).
Os grandes avivamentos na história da igreja foram marcados por grandes transformações sociais na comunidade. Há relatos de que cidades inteiras foram afetadas pelo poder transformador do Evangelho de Jesus. O termo “evangélico” não define nada e nem mesmo era usado pelos primeiros discípulos. Numa leitura sistemática do Novo Testamento, encontramos uma ênfase muito forte na expressão “discípulo”. Talvez seja o que tenha faltado no cristianismo atual…
VERDADEIROS DISCÍPULOS DE JESUS.
Um discípulo autêntico não segue a Jesus para ver aonde vai dar, mas para o que der e vier. Não segue por interesse, mas com desprendimento, carregando a cada dia a sua cruz. A ordem de Jesus é muita clara: “Façam discípulos de todas a nações... E não: “Façam evangélicos, católicos…”
Não precismos de mais denominações, porque o aumento delas é prova de que não estamos sendo aperfeiçoados na unidade.
“Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim” (João 17.20-23).
“Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim” (João 17.20-23).
Não precismos de mais catedrais e estruturas suntuosas. A igreja no primeiro século não tinha nada disso e impactou o mundo da época. Não precismos de artistas gospel, super-apóstolos e shows gospel. O que deve definir a Igreja é a vida comum através de relacionamentos firmes. Precisamos de uma Igreja relevante, que seja sal e luz.
Precisamos responder ao chamado de Deus: “Assim diz o SENHOR: Executai o direito e a justiça e livrai o oprimido das mãos do opressor; não oprimais ao estrangeiro, nem ao órfão, nem à viúva; não façais violência, nem derrameis sangue inocente neste lugar. Porque, se, deveras, cumprirdes esta palavra, entrarão pelas portas desta casa os reis que se assentarão no trono de Davi, em carros e montados em cavalos, eles, os seus servos e o seu povo” (Jeremias 22.3, 4).
No Amor de Jesus,

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