xmlns:b='http://www.google.com/2005/gml/b'xmlns:data='http://www.google.com/2005/gml/data' xmlns:expr='http://www.google.com/2005/gml/expr'> Vida Cristã

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Qual a Diferença Entre o Deus de Abraão e Os demais deuses?





Outro dia postei uma pergunta: Qual a Diferença Entre o Deus de Abraão e Os demais deuses?
Alguém respondeu: nenhuma.


Certamente, ELE DEVE ter SUAS Razões Para responder ASSIM. De: Não o condeno, Porque a compaixão Divina LHE Da O Direito de rejeitá-Lo Até.



Porem, O Que Mais uma chama Atenção E o desrespeito Tão latente nenhuma Atual Mundo. 

Se tratam com Deboche o desconhecido Deus de Abraão, imagine Como tratam SEUS Fiéis.
Pará Esse tipo de gente NEM Provas incontestáveis ​​da existencia de Deus Vao convencer. E that uma Ação do Espírito imundo TEM cegado Seu Entendimento. 

Prova Disso E a Qualidade de SUAS vidas. Depressão, vida amarrada, Constantes dores de Cabeça, insônia, medo, nervosismo, tristeza, lares destruídos etc. etc. etc. No Tempo de Jesus NÃO foi diferente. 
Hoje curou enfermos incuráveis, multiplicou Pães e Peixes e alimentou milhares, Andou Sobre as Águas e Até Ressuscitou Mortos.

De nada adiantou AOS Incrédulos daquela Época. CETICOS Continuaram. Os espíritos de incredulidade that atuaram naqueles dias São OS mesmos de Hoje. O modus operandi DELES É O MESMO.ISSO, porem, Não interfere em nada na fé dos that tiveram Experiência com o Espírito de Deus.
Estes NÃO arredam pé da SUA fé sobrenatural.

Venha O Que Vier, aconteça o Que Acontecer, jamais desistiremos de semear Aquilo Que TEMOS crido. Cansaço, Ódio, calúnias, difamações, perseguições, injustiças e Toda a sorte de tribulações servem Como Combustíveis parágrafo A Nossa fé.

Continuaremos Semeando a Palavra de Justiça do Pará dar oportunidade AOS sinceros that, POR Conta da falta de Conhecimento do Deus Vivo, TEM Sido Reféns das Dúvidas.

"Pelo que fraquezas SINTO prazer NAS, NAS injúria, NAS Necessidades, de da da nas perseguições, Angústias NAS, por amor de Cristo. Porque, Quando sou fraco, entao, E que sou forte." 2 Coríntios 12.10

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

porque os evangélicos de hoje dão tanta ênfase ao uso do óleo















T
Tornou-se comum no meio evangélico a prática de ungir doentes com “óleo consagrado”. E não só doentes, mas qualquer um que precise de algum tipo de ajuda de Deus. Basta a pessoa pedir oração, e já aparece um “pastor” com um frasquinho de óleo na mão, pronto a lambuzar a testa do suplicante.

De onde vem esse costume? Essa é fácil: da Bíblia. Realmente o Novo Testamentofala sobre a unção de doentes. O que impressiona, porém, é que ele fala tão pouco sobre isso que fica difícil entender porque os evangélicos de hoje dão tanta ênfase ao uso do óleo. Teve uma senhora pentecostal que chegou a me dizer que a unção dos doentes é a missão principal dada por Deus ao seu povo!!! Dá pra acreditar?
Como sempre, esse tipo de coisa vem sempre acompanhado de superstição. Evidentemente, o uso do óleo entre os evangélicos é assim tão propagado porque as pessoas realmente acreditam que essa prática promove cura sobrenatural. No entender de muita gente, a unção é uma espécie de ritual mágico, uma versão gospel do curandeirismo pagão, cheio de crendices associadas a objetos, poções e rezas poderosas.
É uma vergonha que o povo de Deus, por pura ignorância, se enverede por caminhos tão toscos de superstição, crendo em feitiços cristianizados e se deixando levar por ilusões tão vazias. Por isso, vamos aqui tentar corrigir um pouco essa ideia, mesmo sabendo que, no caso da maioria dos “crentes” de hoje, suas mentes estão fechadas para aprender qualquer coisa. Tudo o que querem são experiências fantásticas e promessas ocas, pouco importando o que a Bíblia realmente ensina.
Bom, mesmo assim, vamos lá... Pra começar é preciso chamar a atenção para o fato de que a unção de doentes só aparece duas vezes no Novo TestamentoMarcos 6.13 e Tiago 5.14. Isso, por si só, mostra que essa prática não era fundamental para promover cura. Aliás, nenhuma cura narrada com detalhes nos evangelhos é realizada mediante a unção com óleo.

Jesus curou muita gente sem nunca ungir ninguém. Lucas, em seus dois livros (o Evangelho de Lucas e Atos dos Apóstolos), mesmo relatando inúmeros casos de enfermos sendo libertos, não diz coisa alguma sobre essa prática. Isso é curioso, pois Lucas era médico (Cl 4.14) e, certamente, daria atenção especial a algo que tivesse forte relação com a cura de doenças. Mateus, Paulo, Pedro e João também não falam nada sobre isso...


O fato é que, como eu disse, somente dois versículos tratam do uso do óleo em todo o NT, deixando claro que a cura dos enfermos não exigia unção alguma. A pergunta, então, que se levanta é: Se a unção com óleo não era necessária para a cura de doentes, porque Marcos 6.13 e Tiago 5.14 falam dela?


Um estudo sobre essa prática no contexto dos tempos bíblicos deixará claro que, em primeiro lugar, ungir um doente com óleo era uma forma de lhe trazer alívio e refrigério — uma maneira simples de gerar algum bem-estar à pessoa que estava presa à cama, abatida pela doença. Com efeito, os salmos 23.5 e 133.1-3 mostram o valor revigorante da unção. Nesses textos, o óleo derramado sobre a cabeça é tido como algo que traz prazer, sendo muito provável que os textos de Marcos e de Tiago se refiram a isso. Se for esse o caso, os pastores modernos, em vez de ungir os doentes, deveriam descobrir maneiras atuais de trazer alívio para eles. Isso cumpriria muito mais a orientação de Tiago 5.14 do que lambuzar a testa das pessoas com azeite barato.
Outro motivo pelo qual Marcos e Tiago mencionam a unção é o simbolismo presente nessa prática. Na mentalidade judaica, ungir alguém tinha o sentido dominante de separar a pessoa para um fim específico (geralmente a consagração ou o serviço a Deus. Veja Lc 4.18 e 2Co 1.21). Ora, escrevendo sobre esse pano de fundo, Marcos e (especialmente) Tiago, falam da unção como um símbolo (e somente um símbolo!) da separação da pessoa como alguém que precisa da atenção mais intensa de Deus (a imagem do poder de Deus sobrevindo ao enfermo também pode estar presente no simbolismo da unção). Assim, ao ungir um doente, era como se os presbíteros de que fala Tiago dissessem: “Nós consideramos você uma pessoa à parte das demais — alguém que deve receber cuidado especial do Senhor”.
É por ter esses objetivos meramente humanitários e simbólicos em mente que Tiago jamais afirma que a unção cura o doente. Em vez disso, ele diz: “E a oração da fé salvará o enfermo...” (v.15). Para ele, a unção não realizava milagre algum. Era somente uma forma de promover o alívio do doente e um modo simbólico de mostrar o lugar especial que os presbíteros lhe davam diante de Deus, em suas súplicas.

Concluindo, podemos enumerar as seguintes verdades:

1.     A unção dos doentes é uma prática mencionada mui raramente na Bíblia. Só dois versículos tratam dela, o que mostra que não é um procedimento exigível.
2.     A unção com óleo não é necessária para a cura de doentes. Na verdade, nenhuma história específica de cura narrada no NT é acompanhada por essa prática. O caso de Marcos 6.13 deve ser entendido à luz do próximo item.
3.     O uso do óleo mencionado tão raramente no NT tinha objetivos meramente humanitários e simbólicos, gerando bem-estar no doente e separando-o simbolicamente como alvo especial do favor de Deus.
Assim, nada justifica a ênfase tão grande que os evangélicos de hoje dão a essa prática. Nada também justifica as crendices ligadas a ela. Na verdade, considerando sua tão pequena importância nas páginas daBíblia e a tendência do nosso povo ao misticismo, o melhor mesmo é que os pastores, cientes de que não se trata de algo obrigatório, evitem-na, sob o risco de, ao adotá-la, promoverem a superstição em mentes pouco familiarizadas com os costumes dos tempos bíblicos.
     
  Pr. Marco Força e Fé Sol Da gloria 

Qual o sinal de que o azeite cessou?


Todos nós, chegamos a igreja tentando resolver quatro tipos de problemas:
  • Sentimental
  • Financeiro
  • Familiar
  • Saúde
Com o passar do tempo, entendemos que o problema é apenas um. Espiritual, a falta do azeite. Então passamos a buscar nos preencher espiritualmente e percebemos que ter saúde, família, casamento, vida financeira abençoada, são consequências de uma vida nas mãos de Deus, cheia do azeite.

Buscai, assim, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas.”Mateus 6:33
É necessário que a pessoa se esvazie para Deus, para assim o azeite ser e permanecer sendo derramado sobre ela. Pois, a partir do momento em que a pessoa se enche de si mesma, do orgulho, vaidade, o azeite cessa.
Mas, qual é o sinal de que o azeite cessou?
A falta da paz. O sinal de que a pessoa está recebendo o azeite é a paz interior, assim que o azeite cessa, essa paz acaba.
As lutas exteriores virão dia após dia. Mas, aqueles que tem o azeite, vencem todas as guerras.
Tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus.” Romanos 8.28

Por Pr.Marco Arrifano

Aceite a impermanência e viva com coerência:


Aceite a impermanência e viva com coerência:


sua jornada será muito mais suave.
Você já parou pra pensar (e investigar) sobre as reais causas por trás do seu “sofrimento”? Minha pergunta é aberta a todos, porque, via de regra, todo mundo sofre (alguns menos, outro mais), mas poucos são os que buscam, por meio do autoconhecimento, quebrar os condicionamentos e despertar a consciência para uma nova realidade, afinal, é muito mais conveniente continuar (sobre)vivendo sob a carapuça do papel de vítima (o eterno “coitadinho”) ou de opressor (que utiliza um “poder” ilusório para disfarçar o medo e insegurança que tem em relação ao mundo). De forma geral, as situações de sofrimento com as quais lidamos no decorrer da vida têm relação direta com três fatores que estão interligados:

1. Nossa visão (limitada) de mundo;
2. A não aceitação da impermanência;
3. E a falta de coerência entre o que pensamos, expressamos e nossas atitudes.

Recentemente, tive o privilégio de participar de uma palestra com o Lama Michel Rinpoche (mestre budista brasileiro que quando criança foi reconhecido como a reencarnação de um mestre que viveu no Tibete e desde os 12 anos segue uma vida monástica dedicada aos estudos e ensinamentos do budismo), onde ele abordou exatamente esses tópicos.

Ao trazer à tona a importância de trilharmos o caminho espiritual, Lama Michel relembrou uma história que vivenciou certa vez em um mosteiro quando um de seus mestres, ao avistar ao longe algumas vacas pastando, perguntou: “Qual a diferença entre um homem e uma vaca? O que a vaca faz quando o dia está muito quente e ensolarado? Refugia-se na sombra. E o que vaca faz quando se depara com um capim seco e sem gosto? Busca uma grama verde e mais saborosa para se alimentar”.

Em resumo, existem somente duas grandes preocupações na vida de uma vaca: evitar o sofrimento (o sol) e buscar o prazer (a grama verde). Nesse contexto, ela apenas sobrevive. O triste é que quando comparamos essa situação com a forma como encaramos a vida na sociedade atual, percebemos que muitos, assim como a vaca, apenas sobrevivem. Totalmente alheios às questões transcendentais ligadas ao sentido da nossa missão nesse planeta, muitas pessoas tocam a vida no piloto automático, tendo tão somente como premissa, assim como a vaca, evitar o sofrimento e buscar o prazer.

Essa forma de encarar (e passar, literalmente) pela vida tem a ver com a nossa visão de mundo. Desde pequenos, estamos sujeitos à uma série de condicionamentos impostos por nossos pais e pela sociedade. Com o tempo, tais condicionamentos tornam-se crenças, hábitos e atitudes. Nosso verdadeiro “eu” passa, então, a viver soterrado embaixo de várias camadas de emoções e ilusões disfarçadas de “verdades”, que passam a ditar a forma como nos comportamos e nos relacionamos com as pessoas.

Traduzindo, os condicionamentos e máscaras que passamos a utilizar compõem e expressam nossa visão (limitada) de mundo. Limitados pela falta de conhecimento sobre quem somos de fato, passamos a buscar uma sempre inalcançável e utópica felicidade em todos os lugares, menos dentro de nós, onde ela verdadeiramente está (ops, devia ter avisado antes que a notícia contém spoiler, revelei o maior mistério da humanidade, desculpe a mancada…).

Como uma onda no mar
Limitados por uma visão de mundo mecânica, simplista e materialista, não conseguimos enxergar e compreender os mecanismos invisíveis da espiritualidade que regem a vida e, com isso, deixamos de notar uma das grandes verdades do Universo: nosso mundo é impermanente! Sabe aquela música do Lulu Santos (“Nada do que foi será / De novo do jeito que já foi um dia / Tudo passa, tudo sempre passará / A vida vem em ondas / Como um mar / Num indo e vindo infinito / Tudo que se vê não é / Igual ao que a gente viu há um segundo / Tudo muda o tempo todo / No mundo / Não adianta fugir / Nem mentir / Pra si mesmo agora / Há tanta vida lá fora / Aqui dentro sempre / Como uma onda no mar…”)? Pois é, todo mundo canta, mas pouca gente percebe o real significado da letra, que exprime de maneira simples e genial essa verdade espiritual.

Ah, você acha que o que estou falando é óbvio demais e é claro que você já está cansado de saber tudo isso, que estou chovendo no molhado… Beleza, se é assim, por que, então, você fica estressado toda vez que uma situação nova surge na sua frente?

Exemplos não faltam:
qual é a sua reação quando o pneu do carro fura? Quando seu chefe decide realizar uma mudança de processo no seu trabalho?
Quando sua empresa anuncia uma mudança na hierarquia ou nos rumos do negócio? Quando, devido a um acidente, o trânsito fica travado, impedindo você de chegar a um determinado compromisso? Quando seu namorado (a), marido ou esposa decide se separar de você? Quando chove e você está sem guarda-chuva?

Quando falta energia elétrica e você precisa utilizar o elevador ou a água fica fria no meio do banho? Quando seu voo é cancelado? Quando você é forçado a alterar uma série de compromissos em razão de uma doença? Quando o metrô opera com lentidão e você tem que encarar uma fila enorme pra entrar no vagão? A não ser que você seja um tipo de ser santificado que levita e vive de luz, não preciso ter poderes telepáticos pra dizer que você fica “p da vida” toda vez que é obrigado a lidar com uma situação inesperada que “atrapalha” ou altera todo o cenário que você já havia desenhado na sua cabeça. Volto novamente à pergunta inicial: se você já está cansado de saber que o mundo é impermanente e que “tudo muda o tempo no mundo como uma onda no mar”, por que a surpresa com o imprevisto? Por que se estressar?

É exatamente aí que entra a questão da não aceitação da realidade e a maneira incoerente como vivemos (ou tentamos sobreviver) durante a jornada. Quando não aceitamos e ficamos irritados e arredios frente às situações inesperadas, somos incoerentes com a vida e com o nosso próprio eu. Nos fechamos para o presente, para o novo, ao invés de seguir com o flow. E todo aquele papo sobre impermanência que você achava que “estava cansado de saber” cai por terra… Pelo menos, é o que sinaliza a resposta sempre reativa e negativa das pessoas frente às situações inesperadas que nos pegam desprevenidos no meio do caminho.

As 4 Nobre Verdades
Para aqueles que fazem de cada problema uma tormenta gigante (a famosa tempestade em copo d’água), Buda sinaliza uma saída baseada naquilo que ficou conhecido como as Quatro Nobres Verdades de Buda:

Primeira Nobre Verdade – 
é preciso tomar consciência de que o sofrimento existe, mas que é transitório, ou seja, tem começo, meio e fim.

Segunda Nobre Verdade
a causa do sofrimento é o apego aos bens materiais e ideias transitórios, e reside em nossos desejos.

Terceira Nobre Verdade
embora não possamos interromper o ciclo de mudança da vida, podemos nos libertar do sofrimento, tornando-nos conscientes das ilusões à nossa volta e promovendo um karma positivo.

Quarta Nobre Verdade –
nosso sofrimento tem cura. Para tanto, precisamos seguir os oito princípios orientadores do Caminho do Meio, conhecidos como o Nobre Caminho Óctuplo de Buda. (pra saber mais, clique aqui)

Nossa atitude em relação aos problemas e desafios é o que diferencia aqueles que conseguem caminhar com serenidade e paz de espírito. É importante destacar que esse estado está ao alcance de todos, não se trata de um merecimento restrito a um grupo privilegiado de pessoas. Pra quem chegou até aqui, #fica a dica:

– Encare de verdade o fato de que tudo na vida é transitório e impermanente;
– Seja coerente e aceite o momento presente como uma dádiva, ou seja, uma oportunidade para você fazer algo novo ou simplesmente nada (não confunda, por sua vez, aceitação com submissão, são posturas completamente diferentes);
– Agradeça pelos obstáculos no caminho, assim como pelas bênçãos recebidas, pois as dificuldades nada mais são do que professores com a tarefa de lapidar a joia rara que se esconde no seu ser;
– Pratique o autoconhecimento, ciente de que o maior aprendizado espiritual não acontece dentro dos templos, mas nas relações que você mantêm no trabalho, junto à sua família e no dia a dia;
– Mantenha sempre a atenção plena com sua consciência focada no momento presente;
– Procure interagir com as pessoas sempre com intenção positiva, aceitando como elas são, e não querendo moldá-las à forma como você gostaria que elas fossem;
– Mantenha a coerência entre o discurso e a prática, afinal, suas atitudes gritam muito mais alto do que suas palavras;
– Tenha uma atitude positiva, mesmo face às situações que parecem ser ruins ou negativas, pois a vibração que você emana e a sintonia em que você trafega irão determinar tudo aquilo que será atraído na sua direção;
– Esteja sempre receptivo e aberto ao novo;



– Aceite e agradeça sempre. Como o Lama Michel Rinpoche frisou em sua palestra, “quando mudamos a nossa visão de mundo, mudamos o mundo à nossa volta”. Embora seja impossível envolver o mundo inteiro em couro para não machucar os seus pés, você sempre pode envolver os seu pés em couro para que sua caminhada seja mais suave. Essa é a atitude positiva que depende somente de você!
Autor: MAAS por F. Ferragino Fonte: Espiritualidade nos Negócios



A Bíblia deve ser levada ao pé da letra?

Você PerguntaUm amigo meu, conversando comigo sobre religião e sobre a Bíblia, me disse que não devemos levar a Bíblia tão ao pé da letra. Eu não soube o que responder a ele, pois sou nova convertida. Ele me disse, por exemplo, que existem muitos mitos na Bíblia e que devemos aproveitar apenas algumas passagens que são mais objetivas e comprovadas. O que poderia responder para ele?

Cara leitora, essa é uma afirmação que realmente é feita por muitas pessoas. Você vai se surpreender, mas em algumas coisas seu amigo está certo. Não são todas as coisas que estão na Bíblia que devemos levar ao pé da letra. Mas calma, antes de se desesperar com isso, eu explico:

A Bíblia deve ser levada ao pé da letra?


A Bíblia deve ser levada ao pé da letra?



(1) Levar algo ao pé da letra significa interpretar aquilo literalmente. Quem estuda a Bíblia sabe que não podemos interpretar toda a Bíblia literalmente. Isso porque muitas das passagens, por exemplo, são linguagens figuradas usadas pelos escritores e temos também as famosas parábolas. Ou seja, são formas de escrita que não devem ser interpretadas literalmente, mas sim considerando a sua forma de escrita.

Veja esse exemplo:
“Esperei confiantemente pelo SENHOR; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro” (Salmos 40:1). 

Será que podemos considerar esse texto literalmente? Deus está sentado?Deus precisa se inclinar para ouvir uma oração? Mas Deus não é onipresente, ou seja, está em todo lugar? Esse é um texto onde, claramente, o autor usa uma figura de linguagem “ele se inclinou para mim” para demonstrar que Deus deu atenção a oração dele. Ou seja, não podemos considerar essa passagem ao pé da letra, antes, devemos considerar a figura de linguagem empregada pelo autor.

(2) Outra coisa a se considerar nos escritos sagrados é que eles não têm apenas citações dos servos de Deus e de Deus. Isso deve nos levar a sempre avaliar os contextos e observar quem está sendo citado ou falando, para observar se aquilo é uma fala inerrante de Deus ou de homens, ou mesmo até do diabo, pois temos falas dele na Bíblia (por exemplo em Mateus 4:8-9). Por exemplo, temos uma citação bíblica de um homem chamado Jefté que prometeu a Deus sacrificar uma pessoa de sua família caso vencesse a batalha: 

“Fez Jefté um voto ao SENHOR e disse: Se, com efeito, me entregares os filhos de Amom nas minhas mãos, quem primeiro da porta da minha casa me sair ao encontro, voltando eu vitorioso dos filhos de Amom, esse será do SENHOR, e eu o oferecerei em holocausto” (Juízes 11:30-31).

Se considerarmos esse texto ao pé da letra poderíamos dizer que Deus aprova que façamos sacrifícios humanos? Obviamente que não! O que temos aqui é um texto descritivo, de uma loucura realizada por um homem que não considerou que Deus nunca permitiu que sacrifícios humanos fossem feitos a Ele.

(3) Não podemos também cair no erro que alguns cometem de simplesmente classificar todas as histórias da Bíblia como sendo mitos que não devem ser levados a sério. Sabemos que várias das histórias são classificadas nos textos como parábolas, essas sim são histórias fictícias usadas como base para trazer ensinos. Jesus usava muito esse recurso. Porém, alguns classificam tudo como parábola, dizendo, por exemplo, que o dilúvio é um mito, que Adão e Eva foram um mito, etc. Isso é um erro, pois são histórias reais e classificadas na Bíblia como tal. Essas aconteceram sim ao pé da letra e, grande parte delas, hoje, podem até mesmo ser comprovadas por achados arqueológicos e outros recursos científicos que poucos estão dispostos a estudar, infelizmente.

(4) Assim, podemos concluir que as boas regras de interpretação da Bíblia (e de qualquer outro texto) nos ensinam a avaliar texto e contexto, aplicando técnicas linguísticas que nos ajudam a entender, por exemplo, quando um texto é parábola ou não e quando nele estão figuras de linguagem usuais da língua. Gostaria de salientar também que o texto bíblico revela sobre ele mesmo:

 “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2 Timóteo 3:16).


A Bíblia é verdadeira e Deus tem mostrado isso a cada dia através até da própria ciência, pois os achados que comprovam muitos dos escritos não param de ser descobertos. Só não enxerga quem não quer.

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O “arrebatamento”



O “arrebatamento”


Desculpem-me, fãs do “Deixados para trás”,
mas o arrebatamento não está na Bíbli De fato, se alguém está sendo arrebatado, não são os bons.
Pergunta: Um amigo meu está lendo esses livros “Deixados para trás” (Left Behind) que têm todas essas coisas sobre o “arrebatamento”. Existe realmente um “arrebatamento”, como esses livros falam?


Resposta: Não. O “arrebatamento” refere-se a uma passagem em I Tessalonicenses 4, onde os cristãos são “levados” nas nuvens, para o encontro do Senhor nos ares. Muitos cristãos acreditam, e os livros do “Deixados para trás” promovem, que esse “apanhado” para se encontrar com o Senhor irá ocorrer antes da Grande Tribulação em algum momento no futuro próximo. Os cristãos vão simplesmente desaparecer, conhecer Jesus em algum lugar no ar, e depois voltar com ele para o céu para esperar o fim dos tempos.

Mas note que no versículo 15, Paulo diz que “… nós, que estamos vivos, que ficarmos” seremos arrebatados. Este é um ponto muito importante a salientar aos entusiastas do arrebatamento. Aqueles que são “deixados” é que serão levados ao encontro do Senhor. Tenha isso em mente quando examinarmos estas próximas duas passagens bíblicas.

Os livros do “Deixados para trás” baseiam o seu nome a partir de uma passagem em Lucas 17, e uma passagem semelhante em Mateus 24, que compara a vinda do Senhor para os dias de Noé e os dias de Ló. Mateus 24 coloca desta forma: “Como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem… [eles comiam, bebiam, casavam] e eles não sabiam até que veio o dilúvio e os varreu a todos , assim será também a vinda do Filho do homem. Em seguida, dois homens estarão no campo, um será levado e um será deixado. Duas mulheres estarão moendo no moinho, uma será levada e uma será deixado”.

“Um é levado e outro fica” – isto é o arrebatamento, certo? Jesus leva os cristãos e deixa para trás os não-cristãos!

É assim que os entusiastas do arrebatamento interpretam essas passagens. Bem, você precisa dizer a eles: “Não tão rápido, pessoal”. Há dois problemas com essa interpretação protestante do “Deixados para trás”: Em primeiro lugar, nas passagens de Lucas 17 e Mateus 24, a vinda de Jesus é comparada com os dias de Noé e os dias de Ló. Vamos pensar sobre isso por um momento. Depois do dilúvio, quem foi deixado? Noé e sua família – os mocinhos. Os maus foram tomados e os mocinhos foram deixados para trás. Depois de Sodoma e Gomorra foram destruídas pelo fogo, quem foi deixado? Ló e suas filhas – os mocinhos. Os maus foram tomados e os bons foram deixados para trás!

O segundo problema com a interpretação do “Deixados para trás”, tem a ver com o que eu mencionei acima: 1 Tessalonicenses 4 diz que aqueles que são “deixados” vão a se encontrar com Jesus no ar. Você quer ser deixado para trás. Por quê? Porque aqueles que são deixados para trás vão a se encontrar com Jesus em Seu retorno à Terra. Mais uma vez, quando você coloca 1 Tessalonicenses 4, juntamente com Mateus 24 e Lucas 17, torna-se bastante evidente que os bons são aqueles deixados para trás ao encontro de Jesus.

E, se precisar de mais uma prova, há uma passagem em Mateus 13 que praticamente sela o acordo. Mateus 13,39-43, “… o inimigo que o semeou é o diabo; a ceifa é a consumação do século, e os ceifeiros são os anjos. Pois, assim como o joio é colhido e lançado ao fogo, assim será na consumação do século. Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniqüidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes. Então, os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça”.

Então, quando a Escritura diz que “um é tomado e outro é deixado”, como acontece em Lucas 17 e Mateus 24, ela não está falando sobre o arrebatamento. Ela está falando sobre a colheita no fim do mundo. Os que são tomados, como diz em Mateus 13, são os malfeitores. Os anjos lhes tomaram e os jogaram na fornalha de fogo. Assim, os livros do “Deixados para trás” entenderam errado exatamente 180 graus. Os justos não são aqueles que são tomados e levados, são os malfeitores. Os que são deixados para trás são os que conseguem ser levados nas nuvens, ao encontro de Jesus no ar em Sua Segunda Vinda, quando Ele vai trazer todos os anjos e santos com Ele e haverá um novo Céu e uma Terra nova.

Em outras palavras, não haverá Arrebatamento como o que os livros do “Deixados para trás” descrevem. Os livros do “Deixados para trás” ensinam o contrário do que a Escritura realmente diz.

John Martignoni é um apologista católico de renome nacional e estudioso da Bíblia. Ele é o fundador e presidente da Bible Christian Society, onde você pode encontrar muito material livre de apologética  – CD, mp3 downloads, e-newsletters, e mais, e apresentador do programa “Linha Aberta” da EWTN a ser exibida em segundas-feiras às 15:00 EST. Ele também é Diretor do Escritório da Nova Evangelização na diocese de Birmingham, Alabama.


  

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AQUI ESTÁ A VOZ DE MATEUS 25:6


AQUI ESTÁ A VOZ DE MATEUS 25:6 

(Este capitulo 1 ou folha verde é designada como o mar Vermelho / Ref.04-15)

1 Como os profetas da Bíblia, em Abril de 1993, um homem que nunca tinha estado em uma igreja recebe, em visão, a visitação de um anjo que lhe comissionou para uma Mensagem destinada a toda terra em cumprimento do ministério de Mateus 25:6 e Apocalipse 12:14. 2 O primeiro objetivo desta Mensagem é: 

« … afim que quem quer que creia tenha a Vida eterna ».

O mesmo que foi dado aos profetas, pastores, apóstolos, doutores e evangelistas no mundo inteiro para trazerem milagres, libertações, e instruir o mundo de acordo com Mateus 7:21 

como nós vemos em seus cartazes:

« grande vigília de bênçãos »,

« grande campanha de libertações e milagres »,

« grande vigília de graças e sucesso nos negócios »,

« grande seminário de ensino sobre… »,

« grande vigília de unção e cura »,

« grande campanha de restauração »,

« você tem fracassos no casamento, você tem bloqueios, você tem isto, você tem aquilo, vem! » … 

3 Este homem, aos 24 de Abril de 1993, antes de ele até mesmo colocar seu pé numa igreja, Deus confiou a ele para o nosso tempo (como a Isaías, Jeremias, Ezequiel, … nas suas gerações), não só para curar e libertar mas primeiro a Mensagem que trará Vida eterna! 4 


AQUI ESTÁ A VOZ DE MATEUS 25:6 (Este capitulo 1 ou folha verde é designada como o mar Vermelho /Ref.04-15) 

1 Como os profetas da Bíblia, em Abril de 1993, um homem que nunca tinha estado em uma igreja recebe, em visão, a visitação de um anjo que lhe comissionou para uma Mensagem destinada a toda terra em cumprimento do ministério de Mateus 25:6 e Apocalipse 12:14. 2 

O primeiro objetivo desta Mensagem é:
« … afim que quem quer que creia tenha a Vida eterna ».
O mesmo que foi dado aos profetas, pastores, apóstolos, doutores e evangelistas no mundo inteiro para trazerem milagres, libertações, e instruir o mundo de acordo com Mateus 7:21 como nós vemos em seus cartazes:

« grande vigília de bênçãos »,
« grande campanha de libertações e milagres »,
« grande vigília de graças e sucesso nos negócios »,
« grande seminário de ensino sobre… »,
« grande vigília de unção e cura »,
« grande campanha de restauração »,
« você tem fracassos no casamento, você tem bloqueios, você tem isto, você tem aquilo, vem! » … 


3 Este homem, aos 24 de Abril de 1993, antes de ele até mesmo colocar seu pé numa igreja, Deus confiou a ele para o nosso tempo (como a Isaías, Jeremias, Ezequiel, … nas suas gerações), não só para curar e libertar mas primeiro a Mensagem que trará Vida eterna!

Por Marco Arrifano

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