xmlns:b='http://www.google.com/2005/gml/b'xmlns:data='http://www.google.com/2005/gml/data' xmlns:expr='http://www.google.com/2005/gml/expr'> Vida Cristã: NO_DESERTO_DEUS_ORDENOU_O_CENSO

domingo, 20 de setembro de 2015

NO_DESERTO_DEUS_ORDENOU_O_CENSO



#ESTUDO_BIBLICO_DA_PALAVRA_DE_DEUS_ESTUDO


(Números: 1.1-54)

#NO_DESERTO_DEUS_ORDENOU_O_CENSO


1. Falou o Senhor a Moisés no deserto de Sinai, na tenda da revelação, no primeiro dia do segundo mês, no segundo ano depois da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, dizendo:
2. Tomai a soma de toda a congregação dos filhos de Israel, segundo as suas famílias, segundo as casas de seus pais, conforme o número dos nomes de todo homem, cabeça por cabeça; 
3. os da idade de vinte anos para cima, isto é, todos os que em Israel podem sair à guerra, a esses contareis segundo os seus exércitos, tu e Arão. 
4. Estará convosco de cada tribo um homem que seja cabeça da casa de seus pais.
5. Estes, pois, são os nomes dos homens que estarão convosco: De Rúben, Elizur, filho de Sedeur; 
6. de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai; 
7. de Judá, Nasom, filho de Aminadabe; 
8. de Issacar, Netanel, filho de Zuar; 
9. de Zebulom, Eliabe, filho de Helom; 
10. dos filhos de José: de Efraim, Elisama, filho de Amiúde; de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur; 
11. de Benjamim, Abidã, filho de Gideôni; 
12. de Dã, Aizer, filho de Amisadai; 
13. de Aser, Pagiel, filho de Ocrã; 
14. de Gade, Eliasafe, filho de o Deuel; 
15. de Naftali, Airá, Filho de Enã. 
16. São esses os que foram chamados da congregação, os príncipes das tribos de seus pais, os cabeças dos milhares de Israel. 
17. Então tomaram Moisés e Arão a esses homens que são designados por nome; 
18. e, tendo ajuntado toda a congregação no primeiro dia do segundo mês, declararam a linhagem deles segundo as suas familias, segundo as casas de seus pais, conforme o número dos nomes dos de vinte anos para cima, cabeça por cabeça; 
19. como o Senhor ordenara a Moisés, assim este os contou no deserto de Sinai.

#OS_PRIMEIROS_RESULTADOS_DO_CENSO 

20. Os filhos de Rúben o primogênito de Israel, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo as casas de seus pais, conforme o número dos nomes, cabeça por cabeça, todo homem de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra, 
21. os que foram contados deles, da tribo de Rúben eram quarenta e seis mil e quinhentos. 
22. Dos filhos de Simeão, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo as casas de seus pais, conforme o número dos nomes, cabeça por cabeça, todo homem de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra, 
23. os que foram contados deles, da tribo de Simeão, eram cinqüenta e nove mil e trezentos. 
24. Dos filhos de Gade, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo as casas de seus pais, conforme o número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair a guerra, 
25. os que foram contados deles, da tribo de Gade, eram quarenta e cinco mil seiscentos e cinqüenta. 26. Dos filhos de Judá, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo as casas de seus pais, conforme o número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair a guerra, 
27. os que foram contados deles, da tribo de Judá, eram setenta e quatro mil e seiscentos. 
28. Dos filhos de Issacar, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo as casas de seus pais, conforme o número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair a guerra, 
29. os que foram contados deles, da tribo de Issacar, eram cinqüenta e quatro mil e quatrocentos. 
30. Dos filhos de Zebulom, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo as casas de seus pais, conforme o número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair a guerra, 
31. os que foram contados deles, da tribo de Zebulom, eram cinqüenta e sete mil e quatrocentos. 
32. Dos filhos de José: dos filhos de Efraim, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo as casas de seus pais, conforme o número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra, 
33. os que foram contados deles, da tribo de Efraim, eram quarenta mil e quinhentos; 
34. e dos filhos de Manassés, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo as casas de seus pais, conforme o número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra, 
35. os que foram contados deles, da tribo de Manassés, eram trinta e dois mil e duzentos. 
36. Dos filhos de Benjamim, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo as casas de seus pais, conforme o número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra, 
37. os que foram contados deles, da tribo de Benjamim, eram trinta e cinco mil e quatrocentos. 
38. Dos filhos de Dã, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo as casas de seus pais, conforme o número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra, 
39. os que foram contados deles, da tribo de Dã, eram sessenta e dois mil e setecentos. 
40. Dos filhos de Aser, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo as casas de seus pais, conforme o numero dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra, 
41. os que foram contados deles, da tribo de Aser, eram quarenta e um mil e quinhentos. 
42. Dos filhos de Naftali, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo as casas de seus pais, conforme o número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair a guerra, 
43. os que foram contados deles, da tribo de Naftali, eram cinqüenta e três mil e quatrocentos, 
44. São esses os que foram contados por Moisés e Arão, e pelos príncipes de Israel, sendo estes doze homens e representando cada um a casa de seus pais. 
45. Assim todos os que foram contados dos filhos de Israel, segundo as casas de seus pais, de vinte anos para cima, todos os de Israel que podiam sair à guerra, 46. sim, todos os que foram contados eram : seiscentos e três mil quinhentos e cinqüenta.

 #O_MINISTÉRIO_OFICIAL_DOS_LEVITAS 

47. Mas os levitas, segundo a tribo de seus pais, não foram contados entre eles; 
48. porquanto o Senhor dissera a Moisés: 
49. Somente não contarás a tribo de Levi, nem tomarás a soma deles entre os filhos de Israel; 
50. mas tu põe os levitas sobre o tabernáculo do testemunho, sobre todos os seus móveis, e sobre tudo o que lhe pertence. Eles levarão o tabernáculo e todos os seus móveis, e o administrarão; e acampar-se-ão ao redor do tabernáculo. 
51. Quando o tabernáculo houver de partir, os levitas o desarmarão; e quando o tabernáculo se houver de assentar, os levitas o armarão; e o estranho que se chegar será morto. 52. Os filhos de Israel acampar-se-ão, cada um no seu arraial, e cada um junto ao seu estandarte, segundo os seus exércitos. 53. Mas os levitas acampar-se-ão ao redor do tabernáculo do testemunho, para que não suceda acender-se ira contra a congregação dos filhos de Israel; pelo que os levitas terão o cuidado da guarda do tabernáculo do testemunho. 54. Assim fizeram os filhos de Israel; conforme tudo o que o Senhor ordenara a Moisés, assim o fizeram. -

chegavam-se a ele todos os publicanos e pecadores para o ouvir.


2. E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: Este recebe pecadores, e come com eles.
3. Então ele lhes propôs esta parábola:

4. Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre?
5. E achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo;
6. e chegando a casa, reúne os amigos e vizinhos e lhes diz: Alegrai-vos comigo, porque achei a minha ovelha que se havia perdido.
7. Digo-vos que assim haverá maior alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.
8. Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas e perdendo uma dracma, não acende a candeia, e não varre a casa, buscando com diligência até encontrá-la?
9. E achando-a, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu havia perdido.
10. Assim, digo-vos, há alegria na presença dos anjos de Deus por um só pecador que se arrepende.
11. Disse-lhe mais: Certo homem tinha dois filhos.
12. O mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me toca. Repartiu-lhes, pois, os seus haveres.
13. Poucos dias depois, o filho mais moço ajuntando tudo, partiu para um país distante, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente.
14. E, havendo ele dissipado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a passar necessidades.
15. Então foi encontrar-se a um dos cidadãos daquele país, o qual o mandou para os seus campos a apascentar porcos.
16. E desejava encher o estômago com as alfarrobas que os porcos comiam; e ninguém lhe dava nada.
17. Caindo, porém, em si, disse: Quantos empregados de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!
18. Levantar-me-ei, irei ter com meu pai e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e diante de ti;
19. já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados.
20. Levantou-se, pois, e foi para seu pai. Estando ele ainda longe, seu pai o viu, encheu-se de compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.
21. Disse-lhe o filho: Pai, pequei conta o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.
22. Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-lha, e ponde-lhe um anel no dedo e alparcas nos pés;
23. trazei também o bezerro, cevado e matai-o; comamos, e regozijemo-nos,
24. porque este meu filho estava morto, e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a regozijar-se.
25. Ora, o seu filho mais velho estava no campo; e quando voltava, ao aproximar-se de casa, ouviu a música e as danças;
26. e chegando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo.
27. Respondeu-lhe este: Chegou teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo.
28. Mas ele se indignou e não queria entrar. Saiu então o pai e instava com ele.
29. Ele, porém, respondeu ao pai: Eis que há tantos anos te sirvo, e nunca transgredi um mandamento teu; contudo nunca me deste um cabrito para eu me regozijar com meus amigos;
30. vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado.
31. Replicou-lhe o pai: Filho, tu sempre estás comigo, e tudo o que é meu é teu;
32. era justo, porém, regozijarmo-nos e alegramo-nos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado.
(Lucas, 15)

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